O deputado federal Júlio César (PSD) esteve em audiência com o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, para discutir entre outros assuntos, o destino de uma parte considerável aos pequenos agricultores de Guadalupe dos projetos que serão implantados no município - nos Platôs de Guadalupe -, com o advento das Parcerias Público Privadas (PPP"s) para irrigação. Atualmente, este, que é o maior projeto de irrigação do Estado, possui 3.100 hectares, e estão sendo implantados mais 11.200 hectares para produção de Etanol pelo Governo Federal.
“Então fiz um apelo para que seja destinado pelo menos 25% para o pequeno produtor, do que for implantando. Como são 14 mil e 300 hectares ao todo, nós vamos ter pelo menos 3.575 hectares para pequeno produtor. Aliás quem está fazendo o maior sucesso, ganhando dinheiro, puxando o projeto para cima, e estimulando o investimento de outros pequenos agricultores, acima de tudo, de empresários que querem investir na cultura irrigada, são os pequenos”, argumentou.
O parlamentar também abordou com o ministro Fernando Bezerra a possibilidade de renegociação dos débitos dos agricultores nordestinos regulados por resolução do conselho deliberativo da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE). Essa resolução prevê que a renegociação daqueles projetos, com absoluta incapacidade de continuarem existindo, por erro de avaliação de análise, tornando a atividade inviável, seja posta em prática. “Essa resolução autoriza o banco a renegociar pelo ativo patrimonial. Nós fomos discutir a revisão desta resolução que está em andamento pelo Banco do Nordeste e do próprio ministério da Integração Nacional”, ressaltou.
Outro assunto tratado na audiência foi sobre a reabertura do prazo de conversão das debêntures do Fundo de Investimentos do Nordeste (FINOR), um benefício fiscal concedido pelo Governo Federal com prazo já extinto, para conversão de debêntures em ações, a serem vendidas em leilão da Bolsa de Valores de São Paulo.
“Houve no passado esta possibilidade, mas foi um tempo muito pequeno, os projetos tinham que está concluídos, teriam que ter um certificado de implantação e não conseguiram, perderam o prazo e não obtiveram a conversão. Ficou gerando débitos e mais débitos corrigidos pelos indicadores econômicos do governo e que hoje são impagáveis. Nós não pedimos perdão, mas pedimos a possibilidade que aconteceu no passado com várias empresas de converter essas debêntures em ações”, pontuou.
“Então fiz um apelo para que seja destinado pelo menos 25% para o pequeno produtor, do que for implantando. Como são 14 mil e 300 hectares ao todo, nós vamos ter pelo menos 3.575 hectares para pequeno produtor. Aliás quem está fazendo o maior sucesso, ganhando dinheiro, puxando o projeto para cima, e estimulando o investimento de outros pequenos agricultores, acima de tudo, de empresários que querem investir na cultura irrigada, são os pequenos”, argumentou.
O parlamentar também abordou com o ministro Fernando Bezerra a possibilidade de renegociação dos débitos dos agricultores nordestinos regulados por resolução do conselho deliberativo da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE). Essa resolução prevê que a renegociação daqueles projetos, com absoluta incapacidade de continuarem existindo, por erro de avaliação de análise, tornando a atividade inviável, seja posta em prática. “Essa resolução autoriza o banco a renegociar pelo ativo patrimonial. Nós fomos discutir a revisão desta resolução que está em andamento pelo Banco do Nordeste e do próprio ministério da Integração Nacional”, ressaltou.
Outro assunto tratado na audiência foi sobre a reabertura do prazo de conversão das debêntures do Fundo de Investimentos do Nordeste (FINOR), um benefício fiscal concedido pelo Governo Federal com prazo já extinto, para conversão de debêntures em ações, a serem vendidas em leilão da Bolsa de Valores de São Paulo.
“Houve no passado esta possibilidade, mas foi um tempo muito pequeno, os projetos tinham que está concluídos, teriam que ter um certificado de implantação e não conseguiram, perderam o prazo e não obtiveram a conversão. Ficou gerando débitos e mais débitos corrigidos pelos indicadores econômicos do governo e que hoje são impagáveis. Nós não pedimos perdão, mas pedimos a possibilidade que aconteceu no passado com várias empresas de converter essas debêntures em ações”, pontuou.
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