A Polícia Federal (PF) ouviu o presidente da Toesa, David Gomes, e o gerente Cassiano Lima, acusados de oferecer propina para fraudar licitações públicas em hospital do Rio. Na parte da tarde são aguardadas sete pessoas para prestar esclarecimentos e na segunda-feira mais três pessoas que não compareceram para depor.
A PF abriu quatro inquéritos para investigar as denúncias contra as empresas Locanty Soluções, Rufollo Serviços Técnicos e Construções, Toesa e Bella Vista. O teor dos depoimentos não foi divulgado nem a identidade dos intimados.
O Ministério Público Estadual já investiga contratos das empresas denunciadas e há mais de um caso tramitando na Justiça.
Apareceram na PF para prestar depoimento a gerente da Rufolo, Renata Cavas e o sócio-diretor da Locanty, João Barreto, que aparecem nas imagens da reportagem oferecendo propina ao repórter da TV Globo. Na quarta-feira, compareceu o presidente da Bella Vista, Adolfo Maia.
Desvio
As irregularidades nos processos de compras do Instituto de Pediatria da UFRJ foram identificadas há pelo menos seis meses, segundo o diretor da unidade, Edmilson Migowski. Após constatar desvio de cerca de R$ 150 mil, inclusive com falsificação de assinaturas de funcionários, ele encaminhou uma denúncia à PF. O Ministério da Saúde, o governo do Rio e a prefeitura da capital cancelaram todos os contratos com as prestadoras de serviço.
A PF abriu quatro inquéritos para investigar as denúncias contra as empresas Locanty Soluções, Rufollo Serviços Técnicos e Construções, Toesa e Bella Vista. O teor dos depoimentos não foi divulgado nem a identidade dos intimados.
O Ministério Público Estadual já investiga contratos das empresas denunciadas e há mais de um caso tramitando na Justiça.
Apareceram na PF para prestar depoimento a gerente da Rufolo, Renata Cavas e o sócio-diretor da Locanty, João Barreto, que aparecem nas imagens da reportagem oferecendo propina ao repórter da TV Globo. Na quarta-feira, compareceu o presidente da Bella Vista, Adolfo Maia.
Desvio
As irregularidades nos processos de compras do Instituto de Pediatria da UFRJ foram identificadas há pelo menos seis meses, segundo o diretor da unidade, Edmilson Migowski. Após constatar desvio de cerca de R$ 150 mil, inclusive com falsificação de assinaturas de funcionários, ele encaminhou uma denúncia à PF. O Ministério da Saúde, o governo do Rio e a prefeitura da capital cancelaram todos os contratos com as prestadoras de serviço.
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