O presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS) reconheceu nesta sexta-feira, 9, que há "clima ruim" entre o governo federal e a base aliada. A pressão por mais espaço no Executivo, segundo ele, pode atingir o ritmo de votações da Casa.
Maia afirmou que só na próxima semana será possível dizer se os projetos vão ser deliberados pelo Plenário. Estão na fila os projetos de Lei Geral da Copa e do Código Florestal. Ao longo dessa semana, o PMDB, principal aliado, reforçou a cobrança por mais espaço no governo federal, o que levou a presidente Dilma Rousseff a recorrer ao vice, Michel Temer, na tentativa de pacificar a base.
Marco Maia considerou natural as queixas de partidos da base, mas rebateu críticas de que apenas o PT seja beneficiado pelo governo. "Perdemos agora a presidência da Petrobras e os ministérios da Pesca e da Ciência e Tecnologia. Não é verdade que o PT ocupa todos os espaços", afirmou.
Dilma está decidida a distensionar o ambiente político e deu uma prova concreta de que deseja aprimorar a relação política com os aliados. “Respeito a decisão do Senado e é preciso retomar o diálogo com o Congresso”, disse Dilma ao vice, informando que, mais adiante, vai encaminhar outro nome para a diretoria-geral da ANTT após a rejeição de Bernardo Figueiredo no Senado.
Maia afirmou que só na próxima semana será possível dizer se os projetos vão ser deliberados pelo Plenário. Estão na fila os projetos de Lei Geral da Copa e do Código Florestal. Ao longo dessa semana, o PMDB, principal aliado, reforçou a cobrança por mais espaço no governo federal, o que levou a presidente Dilma Rousseff a recorrer ao vice, Michel Temer, na tentativa de pacificar a base.
Marco Maia considerou natural as queixas de partidos da base, mas rebateu críticas de que apenas o PT seja beneficiado pelo governo. "Perdemos agora a presidência da Petrobras e os ministérios da Pesca e da Ciência e Tecnologia. Não é verdade que o PT ocupa todos os espaços", afirmou.
Dilma está decidida a distensionar o ambiente político e deu uma prova concreta de que deseja aprimorar a relação política com os aliados. “Respeito a decisão do Senado e é preciso retomar o diálogo com o Congresso”, disse Dilma ao vice, informando que, mais adiante, vai encaminhar outro nome para a diretoria-geral da ANTT após a rejeição de Bernardo Figueiredo no Senado.
Ver todos os comentários | 0 |