“Aqui se faz festa com pouca coisa. O socorro à seca é insuficiente para atender as necessidades das famílias atingidas pela seca, principalmente no semiárido.”, comentou o deputado federal Júlio César Lima. Ele lamentou que no Sul, na enchente em Santa Catarina, o Governo Federal subsidiou um salario mínimo durante seis meses para as famílias alagadas. No Nordeste, sobretudo no Piauí, estão anunciando R$ 80,00 por cinco meses. “Isso é muito pouco para o agricultor que perdeu a safra e não tem o que comer durante o ano todo.”, adiantou o deputado.
Júlio César disse que vai lutar para conseguir mais recursos para o Piauí, para atender os trabalhadores atingidos pela seca, que não tem agua e nem alimentos. “A barriga não sente fome somente cinco meses. Os trabalhadores perderam a safra e não tem nada para comer durante doze meses e não só em cinco meses.”, comentou.
“E o período pós-seca é mais severo ainda. Os doze meses seguintes, porque perdeu a lavoura e precisa comer. Precisamos de ações que possam atender as famílias emergencialmente e ações efetivas e enérgicas para a convivência com a seca”, completou o deputado.
Segundo Júlio César, foram liberados R$ 1,6 bilhão para o Estado de Santa Catarina, quando foi atingido por uma enchente, foi o que chamaram de auxílio reação. Para o Nordeste, liberaram, através de medida provisória, R$ 1 bilhão, sendo que deste valor R$ 700 milhões já estavam previstos. “Este dinheiro é basicamente para água, sendo que ainda não chegou ao agricultor. Não é um dinheiro novo.”, analisou.
“Esses contrastes do Brasil e o sentimento de pobreza que temos, precisamos mudar. Não podemos aceitar a submissão e um tratamento diferente do que recebem outros estados mais ricos. Não podemos nos contentar com pouca coisa.”, argumentou Júlio César.
Ele advertiu ainda que as ações com os carros pipas que estão abastecimento as famílias no semiárido, estão chegando somente para o humano, enquanto os rebanhos, os animais estão morrendo sem agua e sem pasto.
“Esta seca é grave, uma das mais severas da história e não podemos ter apenas a assistência da Bolsa Estiagem de R$ 80,00 para ser pago em cinco vezes. E depois como fica?”, questionou o parlamentar.
Ele observou que mais da metade dos municípios do Piauí decretaram estado de emergência e pediram socorro ao Governo do Estado e ao Governo Federal. Deste total de 134 municípios que tiveram os decretos reconhecidos pelo Governo do Estado, apenas 102 municípios serão atendidos pelo Ministério da Integração Nacional. Mas segundo dados da Fetag-PI, são mais de 160 municípios que estão sofrendo os efeitos da seca no Piauí.
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Júlio César disse que vai lutar para conseguir mais recursos para o Piauí, para atender os trabalhadores atingidos pela seca, que não tem agua e nem alimentos. “A barriga não sente fome somente cinco meses. Os trabalhadores perderam a safra e não tem nada para comer durante doze meses e não só em cinco meses.”, comentou.
“E o período pós-seca é mais severo ainda. Os doze meses seguintes, porque perdeu a lavoura e precisa comer. Precisamos de ações que possam atender as famílias emergencialmente e ações efetivas e enérgicas para a convivência com a seca”, completou o deputado.
Segundo Júlio César, foram liberados R$ 1,6 bilhão para o Estado de Santa Catarina, quando foi atingido por uma enchente, foi o que chamaram de auxílio reação. Para o Nordeste, liberaram, através de medida provisória, R$ 1 bilhão, sendo que deste valor R$ 700 milhões já estavam previstos. “Este dinheiro é basicamente para água, sendo que ainda não chegou ao agricultor. Não é um dinheiro novo.”, analisou.
“Esses contrastes do Brasil e o sentimento de pobreza que temos, precisamos mudar. Não podemos aceitar a submissão e um tratamento diferente do que recebem outros estados mais ricos. Não podemos nos contentar com pouca coisa.”, argumentou Júlio César.
Ele advertiu ainda que as ações com os carros pipas que estão abastecimento as famílias no semiárido, estão chegando somente para o humano, enquanto os rebanhos, os animais estão morrendo sem agua e sem pasto.
“Esta seca é grave, uma das mais severas da história e não podemos ter apenas a assistência da Bolsa Estiagem de R$ 80,00 para ser pago em cinco vezes. E depois como fica?”, questionou o parlamentar.
Ele observou que mais da metade dos municípios do Piauí decretaram estado de emergência e pediram socorro ao Governo do Estado e ao Governo Federal. Deste total de 134 municípios que tiveram os decretos reconhecidos pelo Governo do Estado, apenas 102 municípios serão atendidos pelo Ministério da Integração Nacional. Mas segundo dados da Fetag-PI, são mais de 160 municípios que estão sofrendo os efeitos da seca no Piauí.
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