Sempre com declarações polêmicas, Socorrinha do PT, integrante do diretório petista em Teresina, fez desabafos nesta quarta-feira (13) na TV Antena 10 a respeito do que deve ser seguido dentro do partido e disse que não existe motivo para Fábio Novo e o senador Wellington Dias levarem seu nome ao Comitê de Ética. “Sob que argumentos o deputado Fábio Novo ou Senador Wellington querem me levar para o Comitê de Ética? Porque eu defendi o PT? Porque eu fui contra a oligarquia?”, interroga Socorrinha.
Sobre as informações de que a deputada Rejane Dias estaria magoada com a decisão do Partido de não aceitar sua pré-candidatura a prefeitura de Teresina, Socorinha disse que a indicação não foi aceita, pois o fato seria visto como oligarquia dentro do partido e que a deputada não está acostumada com o modo como são realizados os debates.
“É óbvio que a candidatura da deputada Rejane configuraria oligarquia dentro do PT, pois seria concentração de poder dentro do partido. Nós não vamos admitir isso. Da minha parte não existe ferida aberta. Estou defendendo o que o estatuto e código de ética do Partido me garantem. Os companheiros precisam conviver com essas regras. No primeiro momento, fizemos discussões de quem seria indicado, o nome do senador era consenso, mas ele nunca colocou o nome dele à disposição. Então ele colocou o nome de Rejane como pré-candidata , nós discordamos por entender que não era oportuno, que o ideal seria nome dele, mas ele não aceitou”, relatou Socorrinha.
“Até que eu compreendo a mágoa da deputada, porque ela não tem costume com os debates internos do PT. Ela chegou recentemente no partido e não tem acompanhado como são feitos os debates internos. Então, certamente, ela teve dificuldade de assimilar. Nós não fizemos nenhum debate de forma pessoal, dizendo que ela era má parlamentar, pelo contrário, nós fizemos os debates dentro dos moldes estabelecidos pelo PT. Então eu estou com minha consciência tranquila. Essas queixas não chegaram ao meu conhecimento”, completou ela.
Outro ponto polêmico da entrevista, foi o momento em que Socorrinha declarou que este é um momento de luta de classes dentro do Partido dos Trabalhadores. Segundo ela, existe uma ala rica dentro do Partido que não quer ser coordenada pelo diretório de Teresina.
“Existe uma parte rica dentro do Partido que não quer ser coordenada pelo PT de Teresina. Eu considero que o Senador não está tendo humildade de reconhecer o diretório municipal. O grupo do Senador tem que descer do salto e acompanhar a decisão do PT municipal. Eu acho que as instâncias do PT devem obrigar o Wellington Dias a subir no palanque em 2012, porque nós não queríamos subir no palanque em 2010, mas ele nos fez engolir o governador Wilson Martins”, lembrou ela.
Curta a página do GP1 no facebook: http://www.facebook.com/PortalGP1
Sobre as informações de que a deputada Rejane Dias estaria magoada com a decisão do Partido de não aceitar sua pré-candidatura a prefeitura de Teresina, Socorinha disse que a indicação não foi aceita, pois o fato seria visto como oligarquia dentro do partido e que a deputada não está acostumada com o modo como são realizados os debates.
Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1
Socorrinha do PT
Socorrinha do PT“É óbvio que a candidatura da deputada Rejane configuraria oligarquia dentro do PT, pois seria concentração de poder dentro do partido. Nós não vamos admitir isso. Da minha parte não existe ferida aberta. Estou defendendo o que o estatuto e código de ética do Partido me garantem. Os companheiros precisam conviver com essas regras. No primeiro momento, fizemos discussões de quem seria indicado, o nome do senador era consenso, mas ele nunca colocou o nome dele à disposição. Então ele colocou o nome de Rejane como pré-candidata , nós discordamos por entender que não era oportuno, que o ideal seria nome dele, mas ele não aceitou”, relatou Socorrinha.
“Até que eu compreendo a mágoa da deputada, porque ela não tem costume com os debates internos do PT. Ela chegou recentemente no partido e não tem acompanhado como são feitos os debates internos. Então, certamente, ela teve dificuldade de assimilar. Nós não fizemos nenhum debate de forma pessoal, dizendo que ela era má parlamentar, pelo contrário, nós fizemos os debates dentro dos moldes estabelecidos pelo PT. Então eu estou com minha consciência tranquila. Essas queixas não chegaram ao meu conhecimento”, completou ela.
Outro ponto polêmico da entrevista, foi o momento em que Socorrinha declarou que este é um momento de luta de classes dentro do Partido dos Trabalhadores. Segundo ela, existe uma ala rica dentro do Partido que não quer ser coordenada pelo diretório de Teresina.
“Existe uma parte rica dentro do Partido que não quer ser coordenada pelo PT de Teresina. Eu considero que o Senador não está tendo humildade de reconhecer o diretório municipal. O grupo do Senador tem que descer do salto e acompanhar a decisão do PT municipal. Eu acho que as instâncias do PT devem obrigar o Wellington Dias a subir no palanque em 2012, porque nós não queríamos subir no palanque em 2010, mas ele nos fez engolir o governador Wilson Martins”, lembrou ela.
Curta a página do GP1 no facebook: http://www.facebook.com/PortalGP1
Mais conteúdo sobre:
Ver todos os comentários | 0 |