A defesa da ex-secretária Lilian Martins protocolou ontem junto ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região, recurso contra a decisão da juíza Marina Rocha Cavalcanti Barros Mendes, da 5ª Vara da Justiça Federal, que suspendeu a sua nomeação ao cargo de conselheira do Tribunal de Contas do Estado. O processo foi remetido ao desembargador Carlos Moreira Alves.
A nomeação de Lílian foi suspensa na última terça-feira (10) atendendo a um pedido da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A juiza alegou que ao exercer o cargo, a conselheira poderia vir a prejudicar o controle das contas públicas, pois tal fato poderia ser caracterizado como nepotismo.
O advogado Raimundo Júnior, que representa Lilian Martins, já havia informado ao GP1 que a defesa discorda da decisão por entender que, de acordo com o Regimento Interno, a Assembleia Legislativa tem total competência para nomear os conselheiros que são escolhidos. “A decisão é equivocada, não houve nenhum tipo de nepotismo, visto que o governador Wilson Martins não participou da escolha e nem da nomeação”, disse o advogado.
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A nomeação de Lílian foi suspensa na última terça-feira (10) atendendo a um pedido da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A juiza alegou que ao exercer o cargo, a conselheira poderia vir a prejudicar o controle das contas públicas, pois tal fato poderia ser caracterizado como nepotismo.
Imagem: Germana Chaves/GP1
Lilian Martins
Lilian MartinsO advogado Raimundo Júnior, que representa Lilian Martins, já havia informado ao GP1 que a defesa discorda da decisão por entender que, de acordo com o Regimento Interno, a Assembleia Legislativa tem total competência para nomear os conselheiros que são escolhidos. “A decisão é equivocada, não houve nenhum tipo de nepotismo, visto que o governador Wilson Martins não participou da escolha e nem da nomeação”, disse o advogado.
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