O sétimo dia do julgamento do mensalão, sessão desta sexta-feira, 10, tem como destaque a defesa de três réus ligados ao antigo PL (atual PR), entre eles o deputado Valdemar Costa Neto (SP). Acusado de receber R$ 8,8 milhões pelo esquema, o deputado renunciou ao mandato que exercia na época para não ser cassado.
De acordo com a acusação da Procuradoria, Valdemar Costa Neto usou uma empresa fantasma para disfarçar a origem do dinheiro. Sua defesa afirma que a quantia recebida era para pagar dívidas de campanha.
São ligados ao antigo PL também, os irmãos Jacinto de Souza Lamas e Antônio Souza Lamas. Ambos teriam feitos saques de quantias usadas para repassar a integrantes de partidos políticos. A defesa dos dois deve alegar que seus clientes desconheciam a origem do dinheiro e apenas cumpriram ordens. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel pediu absolvição de Antonio Lamas por não haver provas sobre seu envolvimento no esquema.
Ainda nesta sexta, os ministros ouvem as defesas de mais duas pessoas ligadas a empresas que, segundo a acusação, participaram da distribuição do dinheiro usado no esquema que visava a compra de apoio político no Congresso. São eles Breno Fischberg, ex-sócio da corretora Bônus Banval, e Carlos Alberto Quaglia, dono da corretora Natimar.
De acordo com a acusação da Procuradoria, Valdemar Costa Neto usou uma empresa fantasma para disfarçar a origem do dinheiro. Sua defesa afirma que a quantia recebida era para pagar dívidas de campanha.
São ligados ao antigo PL também, os irmãos Jacinto de Souza Lamas e Antônio Souza Lamas. Ambos teriam feitos saques de quantias usadas para repassar a integrantes de partidos políticos. A defesa dos dois deve alegar que seus clientes desconheciam a origem do dinheiro e apenas cumpriram ordens. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel pediu absolvição de Antonio Lamas por não haver provas sobre seu envolvimento no esquema.
Ainda nesta sexta, os ministros ouvem as defesas de mais duas pessoas ligadas a empresas que, segundo a acusação, participaram da distribuição do dinheiro usado no esquema que visava a compra de apoio político no Congresso. São eles Breno Fischberg, ex-sócio da corretora Bônus Banval, e Carlos Alberto Quaglia, dono da corretora Natimar.
Ver todos os comentários | 0 |