A deputada Rejane Dias, líder do PT, informou que a Codevasf (Companhia do Desenvolvimento dos Vales dos Rios São Francisco e Parnaíba) concluiu recentemente a licitação para as obras de ampliação do Assentamento Marrecas, no município de São João do piauí, que vai passar de sete hectares para mil hectares irrigados. Ela disse que a assinatura da ordem de serviço está programada para acontecer no próximo mês de fevereiro e a companhia aguarda apenas a definição da presença na solenidade do ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, para programar a data.
A licitação totaliza mais de R$ 46 milhões em investimentos, com os principais serviços vencidos por uma empresa de Petrolina (PE), onde um projeto similar ao Marrecas transformou a região no maior polo frutífero do Nordeste. As informações foram repassadas pelo superintendente da Codevasf no Piauí, Valdiney Bezerra de Amorim, à deputada estadual Rejane Dias, idealizadora do projeto piloto do Marrecas.
Segundo ela, os estudos de viabilidade realizados em 2004 indicam que, após concluído, o Marrecas vai aumentar a movimentação de recursos em São João do Piauí de R$ 15 milhões para R$ 95 milhões anuais. "O projeto piloto já mostrou a viabilidade, com a produção de uvas durante todo o ano. Agora, serão mais de 200 famílias trabalhando, conquistando uma renda média mensal de R$ 5,4 mil para cada uma. São João, em pleno semiárido, vai se tornar o maior polo frutífero de toda essa região", comentou a deputada. As obras fazem parte do programa federal Água Para Todos.
Ampliação
Metade dos mil hectares que terão irrigação implantada será utilizada para a produção de uva. No restante os assentados plantarão caju, acerola, goiaba, manga, melancia, banana, abacaxi e melão, entre outras frutas.
No primeiro ano estão previstos R$ 12 milhões em investimentos. Os recursos devem ser suficientes para preparar o terreno para as obras físicas, concluir o reservatório de água (já iniciado), abrir as estradas de acesso aos lotes e construir a primeira etapa do sistema de irrigação, que terá 7 eletrobombas.
Na segunda etapa, serão realizadas obras semelhantes no restante da área e construídas edificações civis, como galpões, escritórios, casas para técnicos agrícolas e uma unidade de beneficiamento de pescado. De acordo com o projeto, o assentamento será composto por duas agrovilas, com 25 quilômetros de estradas interligando-as aos principais acessos do município. Está prevista, ainda, através de outras fontes de recursos, a construção de duas escolas e um posto médico.
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A licitação totaliza mais de R$ 46 milhões em investimentos, com os principais serviços vencidos por uma empresa de Petrolina (PE), onde um projeto similar ao Marrecas transformou a região no maior polo frutífero do Nordeste. As informações foram repassadas pelo superintendente da Codevasf no Piauí, Valdiney Bezerra de Amorim, à deputada estadual Rejane Dias, idealizadora do projeto piloto do Marrecas.
Imagem: Caio Bruno
Deputada Rejane Dias
Deputada Rejane DiasSegundo ela, os estudos de viabilidade realizados em 2004 indicam que, após concluído, o Marrecas vai aumentar a movimentação de recursos em São João do Piauí de R$ 15 milhões para R$ 95 milhões anuais. "O projeto piloto já mostrou a viabilidade, com a produção de uvas durante todo o ano. Agora, serão mais de 200 famílias trabalhando, conquistando uma renda média mensal de R$ 5,4 mil para cada uma. São João, em pleno semiárido, vai se tornar o maior polo frutífero de toda essa região", comentou a deputada. As obras fazem parte do programa federal Água Para Todos.
Ampliação
Metade dos mil hectares que terão irrigação implantada será utilizada para a produção de uva. No restante os assentados plantarão caju, acerola, goiaba, manga, melancia, banana, abacaxi e melão, entre outras frutas.
No primeiro ano estão previstos R$ 12 milhões em investimentos. Os recursos devem ser suficientes para preparar o terreno para as obras físicas, concluir o reservatório de água (já iniciado), abrir as estradas de acesso aos lotes e construir a primeira etapa do sistema de irrigação, que terá 7 eletrobombas.
Na segunda etapa, serão realizadas obras semelhantes no restante da área e construídas edificações civis, como galpões, escritórios, casas para técnicos agrícolas e uma unidade de beneficiamento de pescado. De acordo com o projeto, o assentamento será composto por duas agrovilas, com 25 quilômetros de estradas interligando-as aos principais acessos do município. Está prevista, ainda, através de outras fontes de recursos, a construção de duas escolas e um posto médico.
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