A Polícia Federal abriu investigação para apurar o autor de uma fraude no seu sistema de registro de embarque e desembarque em voos internacionais a partir de Guarulhos. O Sindicato dos Policiais Federais do Distrito Federal apresentou cópia de um documento que informa uma viagem de Henrique Pizzolato à Itália em 20 de novembro. O documento é idêntico ao do sistema da PF em Guarulhos. A PF diz que é fraude.
O papel registra a saída de "Henrique Pizzolatoo" (o nome é grafado com duas vogais, diferentemente do nome original), número do passaporte, data de nascimento e horário em que ele "passou" pela alfândega (14h38). A PF checou os voos para a Itália ontem, mas não achou registro do embarque de Pizzolato, o que comprovaria a fraude.
O ex-diretor, condenado a 12 anos de prisão por envolvimento no mensalão, está foragido. A polícia da Itália confirma a entrada de Pizzolato em território italiano, mas diz desconhecer sua localização.
Apesar de o nome do ex-diretor constar na lista de procurados da Interpol, para o governo do país, ele é, por enquanto, "um cidadão livre", já que lá não há acusações contra Pizzolato. Roma afirma que o alerta da Interpol não vale como mandado de prisão para um cidadão italiano, condição do ex-diretor, que tem dupla cidadania.
Imagem: Ana Branco / Agência O Globo
Henrique Pizzolato presta depoimento à Justiça Federal em 2008
Henrique Pizzolato presta depoimento à Justiça Federal em 2008 O papel registra a saída de "Henrique Pizzolatoo" (o nome é grafado com duas vogais, diferentemente do nome original), número do passaporte, data de nascimento e horário em que ele "passou" pela alfândega (14h38). A PF checou os voos para a Itália ontem, mas não achou registro do embarque de Pizzolato, o que comprovaria a fraude.
O ex-diretor, condenado a 12 anos de prisão por envolvimento no mensalão, está foragido. A polícia da Itália confirma a entrada de Pizzolato em território italiano, mas diz desconhecer sua localização.
Apesar de o nome do ex-diretor constar na lista de procurados da Interpol, para o governo do país, ele é, por enquanto, "um cidadão livre", já que lá não há acusações contra Pizzolato. Roma afirma que o alerta da Interpol não vale como mandado de prisão para um cidadão italiano, condição do ex-diretor, que tem dupla cidadania.
Ver todos os comentários | 0 |