O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a reunião realizada entre a manhã e o início da tarde desta segunda-feira, 4, com as centrais sindicais discutiu a elevação dos gastos do governo com seguro-desemprego e abono salarial. E ele voltou a tocar um dois pontos que, segundo ele, trazem aumento nos aportes públicos: "O aumento da rotatividade ou fraude podem estar sendo cometidas por empresários (sic)".
De acordo com Mantega, os gastos com essas modalidades corresponderão a R$ 47 bilhões este ano ou 1% do PIB. "Não queremos diminuir direito dos trabalhadores, mas sim excesso de rotatividade", afirmou o ministro.
O ministro repetiu ainda o que tinha falado na semana passada, que o seguro-desemprego cresce de forma atípica em um cenário de pleno emprego.
Na última semana, após o maior rombo das contas públicas em 11 anos para meses de setembro ser anunciado, Mantega resolveu agir. Chamou a imprensa para dizer que gastos com seguro-desemprego e abono salarial precisavam ser contidos para melhorar as finanças do governo.
Desonerações. Mantega afirmou que as desonerações tributárias realizadas pelo governo a partir de 2008, quando eclodiu a crise internacional, tinham como um primeiro objetivo evitar que alguns segmentos produtivos dispensassem trabalhadores. "Houve desonerações para setores preparados para demitir, como o automobilístico."
O ministro também ressaltou que como o Brasil "tem tido carga fiscal nos últimos anos", as desonerações tributárias tinham um foco adicional, que era melhorar a competitividade das empresas nacionais. E essa medida, segundo Mantega, foi necessária num contexto de economia global com sérios problemas.
Com a recessão mundial a partir de 2008, muitos países geraram um nível elevado de produtos manufaturados que não eram consumidos em seus próprios mercados e passaram a ser exportados para nações que cresciam, como o Brasil.
De acordo com Mantega, os gastos com essas modalidades corresponderão a R$ 47 bilhões este ano ou 1% do PIB. "Não queremos diminuir direito dos trabalhadores, mas sim excesso de rotatividade", afirmou o ministro.
O ministro repetiu ainda o que tinha falado na semana passada, que o seguro-desemprego cresce de forma atípica em um cenário de pleno emprego.
Na última semana, após o maior rombo das contas públicas em 11 anos para meses de setembro ser anunciado, Mantega resolveu agir. Chamou a imprensa para dizer que gastos com seguro-desemprego e abono salarial precisavam ser contidos para melhorar as finanças do governo.
Desonerações. Mantega afirmou que as desonerações tributárias realizadas pelo governo a partir de 2008, quando eclodiu a crise internacional, tinham como um primeiro objetivo evitar que alguns segmentos produtivos dispensassem trabalhadores. "Houve desonerações para setores preparados para demitir, como o automobilístico."
O ministro também ressaltou que como o Brasil "tem tido carga fiscal nos últimos anos", as desonerações tributárias tinham um foco adicional, que era melhorar a competitividade das empresas nacionais. E essa medida, segundo Mantega, foi necessária num contexto de economia global com sérios problemas.
Com a recessão mundial a partir de 2008, muitos países geraram um nível elevado de produtos manufaturados que não eram consumidos em seus próprios mercados e passaram a ser exportados para nações que cresciam, como o Brasil.
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