O vereador Gilberto Paixão (PT) protocolou, esta semana na Câmara Municipal, dois projetos de lei que tratam sobre a política municipal de segurança alimentar e nutricional e do fomento à economia solidária. Os projetos foram solicitados por entidades da sociedade civil que já vem desenvolvendo trabalho nestas duas áreas.
De acordo com Paixão, considera-se segurança alimentar, o direito de todos ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais, tendo como base, práticas alimentares promotoras de saúde.
“É papel do poder público fortalecer as iniciativas demandadas pelas organizações sociais no que tange ao direito à produção e ao consumo de alimentos, para garantir a qualidade de vida”, afirmou o vereador.
O segundo projeto, que trata da política de fomento à economia solidária, segundo o parlamentar petista, está intrinsecamente ligado ao projeto de segurança alimentar, no sentido de garantir a produção e a comercialização de forma alternativa dos produtos dos grupos que atuam nesta dimensão.
“A cada dia cresce mais a quantidade de pessoas no Brasil e em nosso Estado que decidiram se unir para praticar a economia solidária, em contraposição ao atual modelo econômico baseado na competição e exploração capitalista”, afirmou Paixão.
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De acordo com Paixão, considera-se segurança alimentar, o direito de todos ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais, tendo como base, práticas alimentares promotoras de saúde.
“É papel do poder público fortalecer as iniciativas demandadas pelas organizações sociais no que tange ao direito à produção e ao consumo de alimentos, para garantir a qualidade de vida”, afirmou o vereador.
Imagem: Isabel Piauilino/GP1
Vereador Gilberto Paixão
Vereador Gilberto PaixãoO segundo projeto, que trata da política de fomento à economia solidária, segundo o parlamentar petista, está intrinsecamente ligado ao projeto de segurança alimentar, no sentido de garantir a produção e a comercialização de forma alternativa dos produtos dos grupos que atuam nesta dimensão.
“A cada dia cresce mais a quantidade de pessoas no Brasil e em nosso Estado que decidiram se unir para praticar a economia solidária, em contraposição ao atual modelo econômico baseado na competição e exploração capitalista”, afirmou Paixão.
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