O vereador de Teresina, Jeová Alencar (PTC), fez um balanço dos primeiros 100 dias de administração do prefeito da capital, Firmino Filho (PSDB). Segundo ele, a maioria das críticas recebidas pelo tucano ainda são reflexos das eleições municipais de 2012, e não refletem, necessariamente, o atual trabalho desenvolvido pelo gestor.
“As críticas que alguns parlamentares fazem ao prefeito são decorrentes das eleições, porque observando o trabalho que é feito, e a avaliação positiva pela própria população, verifica-se uma melhoria significativa na gestão”, afirmou Jeová.
Entre as críticas à Firmino, o vereador ressalta a criação de novos cargos na máquina administrativa municipal. Segundo ele, o que ocorreu foi o contrário, com a redução de pessoal decorrente da exclusão de dezenas de grupos especiais de trabalho. “Ele fez foi diminuir os cargos, pois deixou apenas 10 grupos especiais realmente necessários. Antes, esses grupos podiam ser criados através de decreto, pelo prefeito, ou de portaria pelos secretários municipais. Cada grupo especial chegava a ter até 80 pessoas, e eram mais de 35 grupos”, frisou.
Além disso, Jeová Alencar ressalta a descentralização da saúde, com a criação da Fundação Hospitalar. “Teresina cresceu muito e a estrutura era a mesma de 10 anos atrás. As mudanças foram feitas para melhorar o atendimento dos que mais precisam. Percebemos que o prefeito deu um choque de gestão e de resultados positivos”, ressaltou.
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“As críticas que alguns parlamentares fazem ao prefeito são decorrentes das eleições, porque observando o trabalho que é feito, e a avaliação positiva pela própria população, verifica-se uma melhoria significativa na gestão”, afirmou Jeová.
Imagem: Divulgação
Vereador Jeova Alencar
Vereador Jeova AlencarEntre as críticas à Firmino, o vereador ressalta a criação de novos cargos na máquina administrativa municipal. Segundo ele, o que ocorreu foi o contrário, com a redução de pessoal decorrente da exclusão de dezenas de grupos especiais de trabalho. “Ele fez foi diminuir os cargos, pois deixou apenas 10 grupos especiais realmente necessários. Antes, esses grupos podiam ser criados através de decreto, pelo prefeito, ou de portaria pelos secretários municipais. Cada grupo especial chegava a ter até 80 pessoas, e eram mais de 35 grupos”, frisou.
Além disso, Jeová Alencar ressalta a descentralização da saúde, com a criação da Fundação Hospitalar. “Teresina cresceu muito e a estrutura era a mesma de 10 anos atrás. As mudanças foram feitas para melhorar o atendimento dos que mais precisam. Percebemos que o prefeito deu um choque de gestão e de resultados positivos”, ressaltou.
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