A vereadora Girlany Rego (PMDB), do município de Porto, denunciou ao GP1 que as escolas municipais estão cobrando o fardamento escolar dos alunos, o que seria uma ação quem vem sendo feita desde a administração passada e que muitas famílias não têm condições de arcar com as despesas.
“Quando houve uma reunião na escola, os pais reclamaram muito, porque a maioria das crianças que estudam nas escolas do município são carentes, cujos pais recebem apenas o bolsa família. E foi questionado o fato de alguns pais terem três até cinco filhos na escola e seria um gasto muito grande só com o fardamento”, disse a vereadora.
Segundo ela, no início era cobrado o valor de R$ 12,00 pela blusa e em reunião realizada com o diretor da escola ela afirmou que errada a cobrança. “É errado cobrar, mas já que estão cobrando, deveriam entrar em consenso para todas as escolas do município contratarem uma única empresa para esse valor cair. Na verdade era uma obrigação do município, não dos pais. O que alegam é que na gestão passada já havia sendo feito isso e realmente acontecia, mas eu também questionei que ninguém pode estar cometendo os mesmos erros do passado. Inclusive eu tenho até um filho que estuda em uma das escolas do município”, explicou a parlamentar.
A vereadora disse que apesar da ideia de diminuir o valor para R$ 8,00 os pais vão continuar pagando o fardamento. “Quero que tenham consciência de que isso é responsabilidade deles, esperei bom senso deles e não tiveram nenhuma resposta, então estou providenciando toda documentação necessária para apresentar para o promotor daqui a fim de tomar providências em relação a isso”, explicou.
O secretário de Educação do município, Ranieri Machado, explicou ao GP1 que não são repassados recursos para despesa com fardamento de alunos e ainda que não uma justificativa legal para que a Prefeitura tenha essa responsabilidade.
“Não existe verba para nós arcarmos com esse tipo de despesa, não tem justificativa legal. Nosso interesse para que houvesse é muito grande, mas quem faz caridade é a assistência social. Se a prefeitura fosse fazer isso não seria pelo Fundeb, sou secretario de Educação, mas não há verbas para garantir fardamento de alunos”, disse o secretário.
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“Quando houve uma reunião na escola, os pais reclamaram muito, porque a maioria das crianças que estudam nas escolas do município são carentes, cujos pais recebem apenas o bolsa família. E foi questionado o fato de alguns pais terem três até cinco filhos na escola e seria um gasto muito grande só com o fardamento”, disse a vereadora.
Segundo ela, no início era cobrado o valor de R$ 12,00 pela blusa e em reunião realizada com o diretor da escola ela afirmou que errada a cobrança. “É errado cobrar, mas já que estão cobrando, deveriam entrar em consenso para todas as escolas do município contratarem uma única empresa para esse valor cair. Na verdade era uma obrigação do município, não dos pais. O que alegam é que na gestão passada já havia sendo feito isso e realmente acontecia, mas eu também questionei que ninguém pode estar cometendo os mesmos erros do passado. Inclusive eu tenho até um filho que estuda em uma das escolas do município”, explicou a parlamentar.
A vereadora disse que apesar da ideia de diminuir o valor para R$ 8,00 os pais vão continuar pagando o fardamento. “Quero que tenham consciência de que isso é responsabilidade deles, esperei bom senso deles e não tiveram nenhuma resposta, então estou providenciando toda documentação necessária para apresentar para o promotor daqui a fim de tomar providências em relação a isso”, explicou.
O secretário de Educação do município, Ranieri Machado, explicou ao GP1 que não são repassados recursos para despesa com fardamento de alunos e ainda que não uma justificativa legal para que a Prefeitura tenha essa responsabilidade.
“Não existe verba para nós arcarmos com esse tipo de despesa, não tem justificativa legal. Nosso interesse para que houvesse é muito grande, mas quem faz caridade é a assistência social. Se a prefeitura fosse fazer isso não seria pelo Fundeb, sou secretario de Educação, mas não há verbas para garantir fardamento de alunos”, disse o secretário.
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