O delegado e vereador Samuel Silveira participou de entrevista na TV Meio Norte e falou sobre o crescimento na venda e no número de usuários de drogas em Teresina. Segundo ele, o trabalho social é de extrema importância para que as pessoas que sofrem com o vício queiram se tratar.
“É um trabalho de médio a longo prazo, uma ação muito menos de polícia e muito mais de assistência social. O crack, por exemplo, tem uma característica de viciar uma pessoa muito rápido e o pior que é muito barato, então atinge as camadas mais carentes de população”, explicou.
Sobre a crescente venda de drogas em praças e locais públicos da capital, o vereador disse que a criação da guarda municipal auxiliaria no combate a esse crime. “A estratégia de policiamento ostensivo mudou, acredito que a presença física da polícia é importante, a efetiva criação da guarda municipal seria uma ação imediata, para preencher os espaços públicos e praças da cidade para inibir a ação dessas pessoas”, defendeu.
Outro problema citado pelo vereador é o retorno de vendedores e usuários para as ruas. “O uso do crack realmente se banalizou e o problema é que toda ação pública gera um custo e aí a polícia prende, conduz o acusado para a Central de Flagrantes e aí ele volta para o mesmo local de vulnerabilidade. Ontem mesmo na Câmara foi discutido sobre isso, para dar uma possibilidade de outra vida para as pessoas que vivem nas ruas”, finalizou.
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“É um trabalho de médio a longo prazo, uma ação muito menos de polícia e muito mais de assistência social. O crack, por exemplo, tem uma característica de viciar uma pessoa muito rápido e o pior que é muito barato, então atinge as camadas mais carentes de população”, explicou.
Imagem: CMT
Samuel Silveira
Samuel SilveiraSobre a crescente venda de drogas em praças e locais públicos da capital, o vereador disse que a criação da guarda municipal auxiliaria no combate a esse crime. “A estratégia de policiamento ostensivo mudou, acredito que a presença física da polícia é importante, a efetiva criação da guarda municipal seria uma ação imediata, para preencher os espaços públicos e praças da cidade para inibir a ação dessas pessoas”, defendeu.
Outro problema citado pelo vereador é o retorno de vendedores e usuários para as ruas. “O uso do crack realmente se banalizou e o problema é que toda ação pública gera um custo e aí a polícia prende, conduz o acusado para a Central de Flagrantes e aí ele volta para o mesmo local de vulnerabilidade. Ontem mesmo na Câmara foi discutido sobre isso, para dar uma possibilidade de outra vida para as pessoas que vivem nas ruas”, finalizou.
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