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Política

Wellington Dias comunica que PT apresentou proposta de reforma política

Wellington Dias lembrou que o modelo político usado hoje no país permite a concorrência dentro de um mesmo partido para os diversos cargos eletivos.

Imagem: Moreira Mariz / Agência SenadoClique para ampliarSenador Wellington Dias(Imagem:Moreira Mariz / Agência Senado)Senador Wellington Dias
Em pronunciamento nesta quarta-feira (8), o líder do PT, senador Wellington Dias (PI), comunicou ao Plenário que o presidente de seu partido, Rui Falcão, apresentou uma proposta para a reforma política que prevê a eleição de um Congresso exclusivo para a votação da reforma.

Em razão da dificuldade de obtenção de um consenso em torno de uma proposta de reforma política, o presidente do PT, explicou o senador, lançou uma campanha nacional de coleta de assinaturas, para que, com o apoio de um milhão e meio de eleitores, ela tramite no Congresso Nacional como um projeto de iniciativa popular.

A proposta de Rui Falcão, disse o sendor, inclui o fortalecimento dos partidos, com a valorização do programa e a detenção do mandato pelo partido e não pelo eleito; e o financiamento “transparente, público e exclusivo” de campanha. Também propõe a lista fechada de candidatos, que, em sua avaliação, permite baratear as campanhas e valoriza o conteúdo programático dos partidos.

Wellington Dias lembrou que o modelo político usado hoje no país permite a concorrência dentro de um mesmo partido para os diversos cargos eletivos, principalmente para o Congresso Nacional. Na última eleição, citou, houve 218 mil candidatos.

O senador assinalou que diversas outras entidades e movimentos sociais apresentaram propostas diferentes, mas que também são valorizadas pelo PT por almejarem chegar ao Congresso Nacional como projeto de iniciativa popular. Citou, entre elas, a Ordem dos Advogados do Brasil e movimentos sindicais. Essas propostas, disse ele, também defendem o financiamento público de campanha.

- As regras atuais, além de todas as distorções que têm, colocam uma situação em que muitas vezes o eleito termina se comprometendo com os financiadores – afirmou o parlamentar, para quem o financiamento público tem a finalidade de evitar essas distorções.

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