A vereadora Graça Amorim (PTB) criticou a postura do Superintendente Municipal de Desenvolvimento Rural (SDR), Francisco Alberto, que disse durante audiência pública na Câmara de Vereadores nesta quarta-feira que horticultores de Teresina não podem mais ficar sentados durante o serviço. Segundo ele, está fazendo visitas de surpresa para observar quem está trabalhando e substituir quem não estiver.
Em pronunciamento na sessão desta quinta-feira (9), a vereadora Graça Amorim estranhou esta postura. “Achei no mínimo truculenta a maneira de agir do gestor. Foi a primeira vez que tive contato com ele, mas me impressionei muito com o seu comportamento ao dizer que encontrou um horticultor sentado num tamborete e que não vai admitir isso. Lembrei a ele que os horticultores não são servidores municipais. São trabalhadores autônomos e muitos deles têm problemas de saúde, principalmente de coluna, precisam descansar”.
A vereadora relatou ainda que uma horticultora foi reclamar da falta de segurança, pois infratores se escondem atrás das árvores esperando descuido dos trabalhadores e que deixa os trabalhadores inseguros. “A resposta do superintendente Francisco Alberto foi que nas hortas não deveriam ter árvores. Primeiro ele chama os trabalhadores de preguiçosos depois incentiva o corte de árvores para solucionar a falta de segurança. Isso mostra despreparo para responder pelo cargo que lhe foi confiado”, denuncia.
O superintendente disse na audiência que tinha recursos da ordem de 2,7 bilhões milhões para recuperação das cercas, aquisição de kits de irrigação, etc. Respondendo a isto, Graça Amorim lembrou que faltou ao secretário humildade para registrar que tais recursos foram decorrentes de esforços da gestão anterior através do ex-superintendente Sérgio Vilela e decorrentes de emendas parlamentares do senador João Vicente e o deputado Federal Nazareno Fonteles, dentre outras fontes de recursos federais.
Outro ponto que chamou a atenção de Graça Amorim foi o fato de ele falar somente na primeira pessoa, como se ele não participasse de uma equipe da administração municipal. “Isso demonstra arrogância. Ele precisa refletir sobre sua postura”, disse indignada a vereadora.
Outro lado
O superintendente Francisco Alberto foi procurado pelo Portal GP1 para comentar as críticas, mas não foi encontrado.
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Em pronunciamento na sessão desta quinta-feira (9), a vereadora Graça Amorim estranhou esta postura. “Achei no mínimo truculenta a maneira de agir do gestor. Foi a primeira vez que tive contato com ele, mas me impressionei muito com o seu comportamento ao dizer que encontrou um horticultor sentado num tamborete e que não vai admitir isso. Lembrei a ele que os horticultores não são servidores municipais. São trabalhadores autônomos e muitos deles têm problemas de saúde, principalmente de coluna, precisam descansar”.
Imagem: Reprodução
Vereadora Graça Amorim (PTB)
Vereadora Graça Amorim (PTB)A vereadora relatou ainda que uma horticultora foi reclamar da falta de segurança, pois infratores se escondem atrás das árvores esperando descuido dos trabalhadores e que deixa os trabalhadores inseguros. “A resposta do superintendente Francisco Alberto foi que nas hortas não deveriam ter árvores. Primeiro ele chama os trabalhadores de preguiçosos depois incentiva o corte de árvores para solucionar a falta de segurança. Isso mostra despreparo para responder pelo cargo que lhe foi confiado”, denuncia.
O superintendente disse na audiência que tinha recursos da ordem de 2,7 bilhões milhões para recuperação das cercas, aquisição de kits de irrigação, etc. Respondendo a isto, Graça Amorim lembrou que faltou ao secretário humildade para registrar que tais recursos foram decorrentes de esforços da gestão anterior através do ex-superintendente Sérgio Vilela e decorrentes de emendas parlamentares do senador João Vicente e o deputado Federal Nazareno Fonteles, dentre outras fontes de recursos federais.
Outro ponto que chamou a atenção de Graça Amorim foi o fato de ele falar somente na primeira pessoa, como se ele não participasse de uma equipe da administração municipal. “Isso demonstra arrogância. Ele precisa refletir sobre sua postura”, disse indignada a vereadora.
Outro lado
O superintendente Francisco Alberto foi procurado pelo Portal GP1 para comentar as críticas, mas não foi encontrado.
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