No embalo das manifestações promovidas por grupos não organizados da sociedade, a Ordem dos Advogados do Brasil e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançam, a partir das 10 horas de segunda-feira, na sede da OAB, uma campanha de coleta de assinaturas para pressionar o Congresso Nacional a votar parte das reivindicações identificadas nos protestos que se espalharam pelo país nas duas últimas semanas.
A ideia é obter pelo menos 1,2 milhões de assinaturas em defesa da reforma política, de medidas de combate à corrupção e até da criação de uma comitê de controle dos gastos da Copa.
A iniciativa pode reforçar ainda o movimento pela criação de uma CPI da Copa, entre outros pedidos que aparecem em cartazes e em declarações dos manifestantes durante os protestos em grandes cidades do país.
Na pauta desta nova frente de manifestações constam ainda defesa da liberdade ampla na internet, controle das tarifas de transportes públicos e vinculação de 10% do PIB (Produto Interno Bruto) e do Orçamento da União com gastos em saúde e educação.
— É uma obrigação das instituições da sociedade civil, como também dos entes governamentais, o acolhimento das reivindicações que ecoam nas ruas, para transformá-las em realidade. Esse é o papel das instituições: ter a sensibilidade de ouvir a sociedade e acolher esse sentimento, dando concretude ás vozes que vem das ruas — afirma o presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado. Com informações de O Globo Online
A ideia é obter pelo menos 1,2 milhões de assinaturas em defesa da reforma política, de medidas de combate à corrupção e até da criação de uma comitê de controle dos gastos da Copa.
A iniciativa pode reforçar ainda o movimento pela criação de uma CPI da Copa, entre outros pedidos que aparecem em cartazes e em declarações dos manifestantes durante os protestos em grandes cidades do país.
Imagem: Divulgação
Marcus Vinicius
A campanha pela coleta de assinaturas terá a participação ainda do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), organização não-governamental responsável pela criação da Lei da Ficha Limpa.
Marcus ViniciusNa pauta desta nova frente de manifestações constam ainda defesa da liberdade ampla na internet, controle das tarifas de transportes públicos e vinculação de 10% do PIB (Produto Interno Bruto) e do Orçamento da União com gastos em saúde e educação.
— É uma obrigação das instituições da sociedade civil, como também dos entes governamentais, o acolhimento das reivindicações que ecoam nas ruas, para transformá-las em realidade. Esse é o papel das instituições: ter a sensibilidade de ouvir a sociedade e acolher esse sentimento, dando concretude ás vozes que vem das ruas — afirma o presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado. Com informações de O Globo Online
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