O deputado federal Assis Carvalho (PT-PI) disse hoje (23) que o programa Mais Médicos, do Governo Federal, coloca a vida das pessoas acima de tudo e que saúde não pode ser tratada como se fosse uma mercadoria na prateleira para ser comprada e vendida. O petista, que foi indicado membro da Medida Provisória 621/13 (a chamada Mais Médicos) defende que, nesta discussão, o direito básico dos brasileiros de ter saúde deve estar em primeiro lugar.
Segundo o deputado, que foi secretário estadual de Saúde, o melhor investimento que o Governo pode fazer na saúde é na área de prevenção de doenças e tratamento de problemas básicos, evitando o agravamento de males que obrigam o paciente a recorrer ao atendimento hospitalar de alta complexidade. Os hospitais públicos de referência estão localizados nas grandes cidades e superlotados. E o custo do tratamento na rede particular é elevado para a maioria da população.
O parlamentar disse, ainda, que é acertada a estratégia do Governo Federal de levar mais médicos para o interior e periferia das grandes cidades para trabalhar na atenção básica. E lembrou que as vagas só serão oferecidas aos médicos estrangeiros se não forem preenchidas por brasileiros.
Imagem: Divulgação
Deputado Assis defende Mais Médicos para os brasileiros
Deputado Assis defende Mais Médicos para os brasileirosSegundo o deputado, que foi secretário estadual de Saúde, o melhor investimento que o Governo pode fazer na saúde é na área de prevenção de doenças e tratamento de problemas básicos, evitando o agravamento de males que obrigam o paciente a recorrer ao atendimento hospitalar de alta complexidade. Os hospitais públicos de referência estão localizados nas grandes cidades e superlotados. E o custo do tratamento na rede particular é elevado para a maioria da população.
O parlamentar disse, ainda, que é acertada a estratégia do Governo Federal de levar mais médicos para o interior e periferia das grandes cidades para trabalhar na atenção básica. E lembrou que as vagas só serão oferecidas aos médicos estrangeiros se não forem preenchidas por brasileiros.
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