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Política

Tiago Vasconcelos admite afastamento entre PT e PSB e lembra que cada militante defende seu partido

"Há afastamento do PT, mas isso não descarta uma reaproximação no futuro. A política é dinâmica e até o próximo ano muita coisa pode mudar", disse o vereador ao GP1.

Não é segredo que a relação entre os “aliados”, PT e PSB, está trincada. Em meio aos esforços de algumas lideranças em tentar camuflar o afastamento, o vereador de Teresina, Tiago Vasconcelos – PSB – admitiu ao GP1 que o distanciamento é real.
Imagem: DivulgaçãoVereador Tiago Vasconcelos(Imagem:Divulgação)Vereador Tiago Vasconcelos
“Há afastamento do PT, mas isso não descarta uma reaproximação no futuro. A política é dinâmica e até o próximo ano muita coisa pode mudar”, disse Vasconcelos ao GP1.

Há mais de dez dias, os vereadores Gilberto Paixão e Rodrigo Martins, PT e PSB respectivamente, tiverem um atrito na Câmara Municipal. O estopim foi a reclamação de Paixão sobre a situação, segundo ele “precária”, da SASC que é comandada pelo petista Francisco Guedes.

Rodrigo Martins saiu em defesa, e lembrou que Guedes não era obrigado a permanecer no cargo e reforçou: “[Ele] não está lá com a faca no pescoço”.

“Cada um defende o seu lado. Isso começou depois que o Paixão defendeu o secretário que é do partido dele e o Rodrigo respondeu. Mas, isso é natural”, amenizou Tiago Vasconcelos.

Cenários de 2014

O distanciamento entre PSB e PT ficou evidente depois que o senador Wellington Dias assumiu sua pré-candidatura ao Governo e Wilson Martins deu sinais de que pode deixar o Palácio de Karnak para disputar a vaga única do Senado Federal. Considerando a concretização desse cenário, o vice Zé Filho – PMDB - assumiria o Karnak e iria para a reeleição com o apoio irrestrito de Wilson.

Somado a tudo isso, teve ainda a reaproximação do ex-prefeito Sílvio Mendes com o governador, o que reforçou a possibilidade de aliança com o PSDB, que deve indicar o tucano como vice de Zé Filho em 2014. Os três partidos – PMDB, PSB e PSDB – formam a chapa majoritária da base governista.

Do outro lado, está a trinca de senadores piauienses pela oposição, com Wellington como candidato ao Governo, Ciro Nogueira (PP) indicando o vice e João Vicente Claudino partindo para a reeleição ao Senado.

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