Depois de vencer uma longa batalha partidária interna contra o ex-governador paulista José Serra, que ensaiou pedir prévias para escolha do candidato tucano à Presidência, e unificar o discurso dos 27 diretórios estaduais do PSDB em torno de seu nome, o senador Aécio Neves (MG) enfrenta agora o desafio de montar palanques para disputar o Palácio do Planalto em Estados onde o partido têm uma estrutura frágil.
A principal preocupação da executiva nacional está nos locais em que o PSDB não conta com nomes competitivos para a disputa majoritária e tende a se coligar com partidos da base da presidente Dilma Rousseff para sobreviver. Nesses Estados, Aécio corre o risco de ficar sem capilaridade local, tempo na TV e palanque. "Estamos cobrando desempenho e engajamento de todos os diretórios na campanha nacional", diz o deputado Antonio Carlos Mendes Thame (SP), secretário-geral do PSDB e principal responsável pelo "mapa" político tucano.
Levantamento feito pela reportagem mostra que em nove Estados os tucanos ensaiam entregar seu tempo de TV na propaganda eleitoral para legendas que, na disputa nacional, vão apoiar a reeleição de Dilma.
A principal preocupação da executiva nacional está nos locais em que o PSDB não conta com nomes competitivos para a disputa majoritária e tende a se coligar com partidos da base da presidente Dilma Rousseff para sobreviver. Nesses Estados, Aécio corre o risco de ficar sem capilaridade local, tempo na TV e palanque. "Estamos cobrando desempenho e engajamento de todos os diretórios na campanha nacional", diz o deputado Antonio Carlos Mendes Thame (SP), secretário-geral do PSDB e principal responsável pelo "mapa" político tucano.
Levantamento feito pela reportagem mostra que em nove Estados os tucanos ensaiam entregar seu tempo de TV na propaganda eleitoral para legendas que, na disputa nacional, vão apoiar a reeleição de Dilma.
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