Na semana em que o PT encerra a aliança de sete anos com o PMDB no Rio de Janeiro, o governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) fez uma declaração pública de apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff.
Cabral vinha evitando anunciar o apoio, por causa do lançamento da candidatura do senador petista Lindbergh Farias ao governo do Estado. Nesta quarta-feira, porém, ele disse que o palanque do vice-governador Luiz Fernando Pezão, pré-candidato do PMDB, está aberto para a reeleição de Dilma.
"Não tenho medo da candidatura do PT", afirmou o governador. "Nosso comprometimento é com a presidente Dilma, ela é amiga do Rio e minha amiga pessoal. Se o PT decidiu não continuar na aliança no Rio, nossa aliança nacional não vai terminar. Quero que o Brasil continue avançando sob a liderança dessa mulher", disse Cabral, depois da inauguração da Divisão de Homicídio da Baixada Fluminense, no município Belford Roxo.
Como informou o Estado na segunda-feira, 27, o PT estadual decidiu entregar os cargos comissionados no governo do Estado e romper uma aliança de sete anos entre as duas siglas no Rio.A decisão deu fim ao imbróglio envolvendo os partidos, já que Cabral, até então, cobrava o apoio dos petistas à candidatura de Pezão como moeda de troca para o apoio do PMDB à campanha de Dilma Rousseff.
"A novela agora vai acabar. Nós ficamos no governo a pedido da direção nacional do PT e do governador. Acredito que ele ainda acreditava que Lindbergh pudesse desistir. Como isso não vai acontecer, mandou a mensagem no fim de semana. O clima é cordial", afirmou o presidente do PT fluminense, Washington Quaquá. Estima-se que a sigla tenha entre 300 e 350 cargos no Estado.
Três dias antes da saída definitiva dos petistas do governo, quando irá exonerar os dois secretários estaduais do PT, Cabral fez questão de prestigiar o titular da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, o deputado petista Zaqueu Teixeira. Cabral convidou Teixeira para ir em seu helicóptero à inauguração, em Belford Roxo, e o saudou como "um homem leal, sério, decente, que faz um grande trabalho na secretaria".
Cabral vinha evitando anunciar o apoio, por causa do lançamento da candidatura do senador petista Lindbergh Farias ao governo do Estado. Nesta quarta-feira, porém, ele disse que o palanque do vice-governador Luiz Fernando Pezão, pré-candidato do PMDB, está aberto para a reeleição de Dilma.
"Não tenho medo da candidatura do PT", afirmou o governador. "Nosso comprometimento é com a presidente Dilma, ela é amiga do Rio e minha amiga pessoal. Se o PT decidiu não continuar na aliança no Rio, nossa aliança nacional não vai terminar. Quero que o Brasil continue avançando sob a liderança dessa mulher", disse Cabral, depois da inauguração da Divisão de Homicídio da Baixada Fluminense, no município Belford Roxo.
Como informou o Estado na segunda-feira, 27, o PT estadual decidiu entregar os cargos comissionados no governo do Estado e romper uma aliança de sete anos entre as duas siglas no Rio.A decisão deu fim ao imbróglio envolvendo os partidos, já que Cabral, até então, cobrava o apoio dos petistas à candidatura de Pezão como moeda de troca para o apoio do PMDB à campanha de Dilma Rousseff.
"A novela agora vai acabar. Nós ficamos no governo a pedido da direção nacional do PT e do governador. Acredito que ele ainda acreditava que Lindbergh pudesse desistir. Como isso não vai acontecer, mandou a mensagem no fim de semana. O clima é cordial", afirmou o presidente do PT fluminense, Washington Quaquá. Estima-se que a sigla tenha entre 300 e 350 cargos no Estado.
Três dias antes da saída definitiva dos petistas do governo, quando irá exonerar os dois secretários estaduais do PT, Cabral fez questão de prestigiar o titular da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, o deputado petista Zaqueu Teixeira. Cabral convidou Teixeira para ir em seu helicóptero à inauguração, em Belford Roxo, e o saudou como "um homem leal, sério, decente, que faz um grande trabalho na secretaria".
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