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Política

"Vamos ter uma administração conjugada", diz Margarete Coelho

A primeira vice-governadora eleita do Piauí participou do programa Agora, na TV Meio Norte e falou como será a administração a partir de 2015.

 A deputada estadual e vice-governadora eleita Margarete Coelho participou, na tarde desta sexta-feira (10), do programa Agora, na TV Meio Norte. Ela falou sobre a missão do mandato, equipe de transição e como será a sua administração durante os quatro anos de mandato.

Margarete Coelho falou que será uma vice-governadora atuante durante o mandato que inicia em janeiro de 2015.
Imagem: Nehemias Lima/GP1Margarete Coelho, vice-governadora eleita(Imagem:Nehemias Lima/GP1)Margarete Coelho, vice-governadora eleita
“Sou muito reativa, a vida inteira fui assim. Quando me candidatei, deixei claro que seria uma vice que trabalharia, e isso foi dito em todos os atos da campanha, em todos os comícios e caminhadas. Dei o melhor de mim como deputada e sei da importância de ser mulher e estar nessa posição agora”, disse Margarete.

“Parece, para algumas pessoas que trabalhar na administração pública é só ter uma caneta e um talão de cheques e não é. Para você ser um bom vice, tem que saber interagir com todas as áreas, saber se posicionar politicamente, destacou.

Margarete mencionou que a relação entre os poderes executivo e legislativo no Piauí tende a melhorar no próximo governo. “Tenho muito clara a relação do poder executivo com o legislativo que estava completamente desfocado do meu ponto de vista”, disse.
A vice-governadora eleita disse que fará com o governador Wellington Dias uma administração conjugada.

“Vamos ter uma administração conjugada. Você não faz saúde individualmente, nem segurança individualmente. Todas as áreas têm de estar unificadas.”

Margarete disse que buscará ouvir a Assembleia Legislativa, inclusive os membros da sua oposição. Ao comentar sobre o fato de que o deputado Robert Rios disse que irá vigiar o governo de Wellington Dias, Margarete disse que avalia o fato de forma positiva.
“Analiso de forma positiva. Ninguém faz uma boa administração sem ouvir a oposição. Acho que se o deputado se propõe a fazer esse serviço, a democracia irá agradecer”, finalizou Margarete Coelho.

Sobre a equipe de transição entre o atual governo e o próximo, Margarete Coelho disse que esse é um assunto a ser pensado após o segundo turno das eleições presidenciais.

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