O deputado estadual Evaldo Gomes (PTC) concedeu entrevista ao GP1 e falou sobre sua adesão à base governista na Assembleia Legislativa do Piauí. O parlamentar negou que tenha rompido com o G12 e disse que não houve incoerência em sua decisão.
“Eu não rompi com o G12, o que houve foram divergências que é natural dentro da política e o que me motivou a estar hoje na base do governo é porque, em primeiro lugar, eu apoiei o governador Wilson Martins na sua reeleição, estive no palanque do governador, então não é nada estranho que eu agora esteja na base do governo”, declarou.
Evaldo Gomes disse que resolveu aceitar o convite do governador, porque não atuava na condição de oposição, mas sim na posição de independência.
“Eu votava contra o governo quando era necessário e votava a favor quando tinha que votar, criticava quando tinha que criticar, mas também cheguei a fazer vários elogios, numa postura de independência. Por outro lado, também o governador manteve um diálogo no sentido da gente poder compartilhar das idéias da formação de uma futura chapa para disputar as eleições de 2014 juntamente com outros partidos políticos. Ao mesmo tempo também como nós temos um partido organizado com várias lideranças comunitárias e nomes preparados, surgiu a oportunidade de nós assumirmos cargos no governo, como agora no caso da Fundac, para que a gente possa contribuir e colaborar com o governo nas políticas culturais do Piauí”, argumentou.
O parlamentar disse que indicou Sheyvan Lima para comandar a Fundac por ser uma pessoa que tem o perfil e estar capacitado para o cargo.
“Ele foi presidente da Associação de Moradores do Itararé, uma das maiores do estado do Piauí. E na condição de presidente da associação, resgatou movimentos culturais como quadrilhas de festas juninas e também as atividades do teatro amador. Por isso acredito que ele vai exercer um grande trabalho à frente da Fundac”, declarou.
Questionado se sua participação no governo pode influenciar em uma futura adesão do G12 à base governista, o parlamentar foi enfático ao dizer que: “Sem sombra de dúvida eu afirmo que a maioria do G12, no mínimo 90% vai estar com o Governo. Então não teremos nenhuma dificuldade de dialogar com eles. Até porque não houve nenhuma ruptura. Nós estamos conversando. Por sinal já tivemos algumas reuniões e eu acho que há uma possibilidade muito grande de todos nós estarmos juntos no mesmo palanque nas próximas eleições”, finalizou.
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“Eu não rompi com o G12, o que houve foram divergências que é natural dentro da política e o que me motivou a estar hoje na base do governo é porque, em primeiro lugar, eu apoiei o governador Wilson Martins na sua reeleição, estive no palanque do governador, então não é nada estranho que eu agora esteja na base do governo”, declarou.
Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1
Deputado estadual Evaldo Gomes (PTC)
Deputado estadual Evaldo Gomes (PTC)Evaldo Gomes disse que resolveu aceitar o convite do governador, porque não atuava na condição de oposição, mas sim na posição de independência.
“Eu votava contra o governo quando era necessário e votava a favor quando tinha que votar, criticava quando tinha que criticar, mas também cheguei a fazer vários elogios, numa postura de independência. Por outro lado, também o governador manteve um diálogo no sentido da gente poder compartilhar das idéias da formação de uma futura chapa para disputar as eleições de 2014 juntamente com outros partidos políticos. Ao mesmo tempo também como nós temos um partido organizado com várias lideranças comunitárias e nomes preparados, surgiu a oportunidade de nós assumirmos cargos no governo, como agora no caso da Fundac, para que a gente possa contribuir e colaborar com o governo nas políticas culturais do Piauí”, argumentou.
O parlamentar disse que indicou Sheyvan Lima para comandar a Fundac por ser uma pessoa que tem o perfil e estar capacitado para o cargo.
“Ele foi presidente da Associação de Moradores do Itararé, uma das maiores do estado do Piauí. E na condição de presidente da associação, resgatou movimentos culturais como quadrilhas de festas juninas e também as atividades do teatro amador. Por isso acredito que ele vai exercer um grande trabalho à frente da Fundac”, declarou.
Questionado se sua participação no governo pode influenciar em uma futura adesão do G12 à base governista, o parlamentar foi enfático ao dizer que: “Sem sombra de dúvida eu afirmo que a maioria do G12, no mínimo 90% vai estar com o Governo. Então não teremos nenhuma dificuldade de dialogar com eles. Até porque não houve nenhuma ruptura. Nós estamos conversando. Por sinal já tivemos algumas reuniões e eu acho que há uma possibilidade muito grande de todos nós estarmos juntos no mesmo palanque nas próximas eleições”, finalizou.
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