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Graça Foster, presidente da Petrobras, frisou que a companhia não pode ser medida pelas ações de uma pessoa.
Em audiência conjunta no Senado para prestar esclarecimentos sobre denúncias de corrupção envolvendo a Petrobras, Graça Foster disse nesta terça-feira (15) que a estatal não vive nem uma crise econômica nem ética. A presidente da Petrobras frisou que a companhia não pode ser medida pelas ações de uma pessoa.
Graça Foster, presidente da Petrobras, frisou que a companhia não pode ser medida pelas ações de uma pessoa.“Uma empresa que tem R$ 50 bilhões no caixa, hoje, uma empresa que tem uma reposição de reservas no ritmo que a Petrobras tem, não vive no abismo. Em relação ao abismo ético, não concordo, porque a Petrobras não é fruto de um grande homem nem de uma grande mulher. A Petrobras é uma empresa de 85 mil empregados e não podemos ser medidos por uma pessoa e pelas pessoas com as quais ela interagiu. Não vivemos em um abismo ético, não senhor”, disse Foster em resposta ao senador Alvaro Dias (PSDB-PR).
A presidente da Petrobras admitiu que a prisão do ex-diretor da empresa Paulo Roberto Costa, em meio à Operação Lava Jato, da Polícia Federal, causou “grande constrangimento”. Ela acrescentou que a Petrobras tem investido em ações de governança para diminuir os riscos eventuais casos de corrupção.
“Foi um grande constrangimento para a empresa a prisão do Paulo. Mas todos os contratos com potencial participação dele estão sendo apurados e é o trabalho que podemos fazer. É um processo de governança”, explicou a Graça Foster. Com informações da Agência Brasil
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