Nesta segunda-feira (7) o vice-presidente da Câmara, André Vargas (PT-PR), entregou uma carta à Secretaria-Geral da Mesa da Câmara, que pedia o seu afastamento temporário por 60 dias do mandato de deputado federal.
O deputado é alvo de denúncia de envolimento com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal. Youssef foi preso em março por suspeita de movimentar cerca de R$ 10 bilhões por meio de lavagem de dinheiro. Parlamentares de oposição pedem investigação da conduta do petista.
Mensagens de celular entre André e Yousseff foram reveladas em uma reportagem da revista "Veja". Eles atuavam juntos para fechar um contrato entre uma empresa de fachada e o Ministério da Saúde.
No pedido de afastamento, André Vargas afirma ter motivos de "interesse particular" para a saída temporária. A carta foi protocolada na Secretaria-Geral da Mesa às 14h08 desta segunda. O afastamento começa a valer imediatamente, sem a necessidade da assinatura do pedido pelo presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
O vice-presidente, ficará sem o seu salário, benefícios financeiros e verbas do gabinete. O afastamento não impede que a Câmara abra processo de investigação contra Vargas. A previsão é que nesta segunda partidos de oposição representem contra ele no Conselho de Ética da Casa. Com informações do G1.
O deputado é alvo de denúncia de envolimento com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal. Youssef foi preso em março por suspeita de movimentar cerca de R$ 10 bilhões por meio de lavagem de dinheiro. Parlamentares de oposição pedem investigação da conduta do petista.
Imagem: Reprodução
André Vargas pede licença por 60 dias.
André Vargas pede licença por 60 dias.Mensagens de celular entre André e Yousseff foram reveladas em uma reportagem da revista "Veja". Eles atuavam juntos para fechar um contrato entre uma empresa de fachada e o Ministério da Saúde.
No pedido de afastamento, André Vargas afirma ter motivos de "interesse particular" para a saída temporária. A carta foi protocolada na Secretaria-Geral da Mesa às 14h08 desta segunda. O afastamento começa a valer imediatamente, sem a necessidade da assinatura do pedido pelo presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
O vice-presidente, ficará sem o seu salário, benefícios financeiros e verbas do gabinete. O afastamento não impede que a Câmara abra processo de investigação contra Vargas. A previsão é que nesta segunda partidos de oposição representem contra ele no Conselho de Ética da Casa. Com informações do G1.
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