O Ministério Público do Estado, por meio do promotor Luiz Antônio França Gomes, instaurou inquérito civil com o objetivo de apurar a ocorrência de ato de gestão contrário ao interesse público enquadrável na lei de improbidade administrativa e de colher os elementos de prova necessários ao ajuizamento da ação judicial na prefeitura de Monsenhor Hipólito.
A promotoria levou em consideração documentos encaminhados pela técnica de enfermagem do Estado e professora da rede municipal de Monsenhor Hipólito, localizada a aproximadamente 370 km de Teresina, Maria Josefa Lima Bezerra. Consta na documentação perseguição sofrida por ela no exercício de suas funções, culminando em sua transferência de local de trabalho.
A prefeitura é administrada por Francisco Anísio de Sousa, conhecido como "Timá".
Foi solicitado ao município lotação e carga horária da servidora, assim como justificativa para sua transferência. A portaria nº 002/2014 foi assinada pelo promotor de Justiça de Bocaina, Luiz Antônio França Gomes, em 13 de maio e publicada no Diário da Justiça de segunda-feira (19).
Outro lado
O GP1 tentou entrar em contato com o prefeito por telefone, mas seu celular estava desligado.
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A promotoria levou em consideração documentos encaminhados pela técnica de enfermagem do Estado e professora da rede municipal de Monsenhor Hipólito, localizada a aproximadamente 370 km de Teresina, Maria Josefa Lima Bezerra. Consta na documentação perseguição sofrida por ela no exercício de suas funções, culminando em sua transferência de local de trabalho.
Imagem: Reprodução
Prefeito Timá
Caso os fatos sejam comprovados, podem implicar em ofensa aos princípios da administração pública, entre os quais o da impessoalidade e moralidade pública, e o gestor municipal pode ser enquadrado na Lei de Improbidade Administrativa.
Prefeito TimáA prefeitura é administrada por Francisco Anísio de Sousa, conhecido como "Timá".
Foi solicitado ao município lotação e carga horária da servidora, assim como justificativa para sua transferência. A portaria nº 002/2014 foi assinada pelo promotor de Justiça de Bocaina, Luiz Antônio França Gomes, em 13 de maio e publicada no Diário da Justiça de segunda-feira (19).
Outro lado
O GP1 tentou entrar em contato com o prefeito por telefone, mas seu celular estava desligado.
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