O governador de Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB), e o prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), estão sob suspeita da Procuradoria Geral da República (PGR) devido a ocultação da origem de R$ 7,4 milhões recebidos de um "banco nordestino" para aplicar os recursos em campanhas eleitorais.
As informações estão no documento enviado pela Procuradoria ao Supremo que serviram como argumento para fundamentar um pedido de busca e apreensão na casa do governador e na residência além do gabinete do prefeito.
As apreensões foram pedidas pela Procuradoria devido as denúncia feita pelo empresário de Mato Grosso Gércio Marcelino Mendonça Filho, que teria realizado empréstimos entre 2005 e 2013 por meio de uma empresa de "factoring" (especializada em empréstimos) e de sua rede de postos de combustíveis, que funcionavam como uma instituição financeira "clandestina", segundo a Procuradoria, uma vez que não havia autorização do Banco Central para operar com as operações.
Gércio Marcelino realizou um acordo de delação premiada com a Procuradoria para contar como "auxiliou seus tomadores [de crédito] na ocultação da origem de recursos recebidos".
Segundo pedido feito pelo Ministério Público ao ministro Dias Toffoli, relato do empresário indica que o governador pediu em setembro de 2010 empréstimo de R$ 7 milhões para utilizar na campanha à reeleição, porém Gércio Marcelino disponibilizou R$ 4 milhões por meio de vários cheques de sua empresa de combustíveis, em dinheiro e mediante o pagamento de contas de campanha.
A Procuradoria diz que o empresário afirmou que se reuniu com o governador para o "acerto de contas" do empréstimo em um depoimento no dia 24 de abril deste ano e que Silval Barbosa mantinha um caderno espiral com todas as dívidas.
O MP queria busca e apreensão na residência do governador e no gabinete, porém o ministro Dias Toffoli apenas autorizou a busca somente na residência e apontou a importância de se localizar o caderno indicado pela Procuradoria. Com informações do G1.
As informações estão no documento enviado pela Procuradoria ao Supremo que serviram como argumento para fundamentar um pedido de busca e apreensão na casa do governador e na residência além do gabinete do prefeito.
Imagem: Divulgação
Governador disse que não teve acesso a autos.
O ministro do Supremo Dias Toffoli autorizou as apreensões dentro da Operação Ararath da Polícia Federal, deflagrada na terça-feira (20). O prefeito nega as acusações uma vez que teria declarado no imposto de renda o empréstimo e também o repasse da quantia para a campanha eleitoral. O governador diz que ainda não teve acesso aos autos.
Governador disse que não teve acesso a autos.As apreensões foram pedidas pela Procuradoria devido as denúncia feita pelo empresário de Mato Grosso Gércio Marcelino Mendonça Filho, que teria realizado empréstimos entre 2005 e 2013 por meio de uma empresa de "factoring" (especializada em empréstimos) e de sua rede de postos de combustíveis, que funcionavam como uma instituição financeira "clandestina", segundo a Procuradoria, uma vez que não havia autorização do Banco Central para operar com as operações.
Gércio Marcelino realizou um acordo de delação premiada com a Procuradoria para contar como "auxiliou seus tomadores [de crédito] na ocultação da origem de recursos recebidos".
Segundo pedido feito pelo Ministério Público ao ministro Dias Toffoli, relato do empresário indica que o governador pediu em setembro de 2010 empréstimo de R$ 7 milhões para utilizar na campanha à reeleição, porém Gércio Marcelino disponibilizou R$ 4 milhões por meio de vários cheques de sua empresa de combustíveis, em dinheiro e mediante o pagamento de contas de campanha.
A Procuradoria diz que o empresário afirmou que se reuniu com o governador para o "acerto de contas" do empréstimo em um depoimento no dia 24 de abril deste ano e que Silval Barbosa mantinha um caderno espiral com todas as dívidas.
O MP queria busca e apreensão na residência do governador e no gabinete, porém o ministro Dias Toffoli apenas autorizou a busca somente na residência e apontou a importância de se localizar o caderno indicado pela Procuradoria. Com informações do G1.
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