O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu documentos da Justiça Federal de São Paulo, que apontam a suspeita de que o senador José Sarney (PMDB-AP) obteve informações privilegiadas por resgatar R$ 2 milhões aplicados em fundos do Banco Santos um dia antes de o Banco Central decretar intervenção na instituição financeira, em novembro de 2004.
Os documentos sobre a suposta relação do senador Sarney com o caso chegaram ao Supremo na segunda-feira (19). O relator do caso é o ministro Dias Toffoli, que deverá autorizar ou não a continuidade da apuração.
Nesta quinta-feira (22), Toffoli enviou o processo para a Procuradoria Geral da República, que não tem prazo para dar um parecer sobre o assunto e devolver o processo.
A ação que apura se o banqueiro Edemar Cid Ferreira cometeu crimes contra o sistema financeiro no Banco Santos tramitou na 6ª Vara Criminal da Justiça Federal de São Paulo. O banqueiro já foi condenado a 21 anos de prisão por crimes como gestão fraudulenta, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro, mas recorreu.
O Ministério Público Federal em São Paulo apontou a possibilidade de Sarney ter sido beneficiado e ter cometido crime contra o sistema financeiro em razão de sua "proximidade" com o banqueiro Edemar Cid Ferreira. Eles seriam amigos íntimos, conforme a Procuradoria. Testemunhas dizem que o próprio banqueiro teria dado instruções para o resgate do dinheiro. Com informações do G1
Os documentos sobre a suposta relação do senador Sarney com o caso chegaram ao Supremo na segunda-feira (19). O relator do caso é o ministro Dias Toffoli, que deverá autorizar ou não a continuidade da apuração.
Nesta quinta-feira (22), Toffoli enviou o processo para a Procuradoria Geral da República, que não tem prazo para dar um parecer sobre o assunto e devolver o processo.
Imagem: Reprodução
Suspeita de que Sarney foi beneficiado por banqueiro será avaliado pelo STF
Suspeita de que Sarney foi beneficiado por banqueiro será avaliado pelo STFA ação que apura se o banqueiro Edemar Cid Ferreira cometeu crimes contra o sistema financeiro no Banco Santos tramitou na 6ª Vara Criminal da Justiça Federal de São Paulo. O banqueiro já foi condenado a 21 anos de prisão por crimes como gestão fraudulenta, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro, mas recorreu.
O Ministério Público Federal em São Paulo apontou a possibilidade de Sarney ter sido beneficiado e ter cometido crime contra o sistema financeiro em razão de sua "proximidade" com o banqueiro Edemar Cid Ferreira. Eles seriam amigos íntimos, conforme a Procuradoria. Testemunhas dizem que o próprio banqueiro teria dado instruções para o resgate do dinheiro. Com informações do G1
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