O calendário de trabalho menos atuante durante a Copa do Mundo, que vai se somar ao esquema especial de participação parlamentar a ser adotado de agosto a outubro, por causa das eleições, foi definido pelo Congresso. Nos 60 dias dos meses de junho e julho, a Câmara promete ter votações em 18 dias e o Senado já fixou 15 dias de sessões deliberativas, nas quais são votados projetos e Propostas de Emenda Constitucional (PECs).
Os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), já haviam discutido realizar um esforço concentrado nos meses de agosto, setembro e início de outubro, com três semanas de votações antes do pleito de cinco de outubro.
Segundo à oposição, o calendário de Copa e de campanha eleitoral vai impedir a realização da CPI da Petrobras, tanto no Senado como da Mista. O vice-líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), criticou o esquema adotado.
“É um absurdo. A Copa não deveria paralisar o Congresso. É um exagero. Isso é para evitar as CPIs. A CPI Mista vai ser instalada nesta quarta-feira, a duas semanas da Copa. E, depois da Copa, vem o recesso de julho, a partir de 17. E, depois, começa a campanha eleitoral”, resumiu o tucano Álvaro Dias. Com informações do O Globo
Imagem: Reprodução
Calendário do Congresso durante a Copa pode prejudicar CPI da Petrobras
Calendário do Congresso durante a Copa pode prejudicar CPI da Petrobras Os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), já haviam discutido realizar um esforço concentrado nos meses de agosto, setembro e início de outubro, com três semanas de votações antes do pleito de cinco de outubro.
Segundo à oposição, o calendário de Copa e de campanha eleitoral vai impedir a realização da CPI da Petrobras, tanto no Senado como da Mista. O vice-líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), criticou o esquema adotado.
“É um absurdo. A Copa não deveria paralisar o Congresso. É um exagero. Isso é para evitar as CPIs. A CPI Mista vai ser instalada nesta quarta-feira, a duas semanas da Copa. E, depois da Copa, vem o recesso de julho, a partir de 17. E, depois, começa a campanha eleitoral”, resumiu o tucano Álvaro Dias. Com informações do O Globo
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