Durante um jantar com mulheres jornalistas que durou mais de quatro horas na noite de terça-feira (06), no Planalto da Alvorada, a presidente Dilma Rousseff disse que "o Brasil vai é bombar" no ano que vem.
Num encontro marcado que faz parte de sua estratégia do Planalto de abrir a agenda para políticos aliados e para a imprensa, a presidenta afirmou que "Achar que o Brasil vai explodir em 2015 é ridículo".
O objetivo de sua estratégia foi para responder a críticas de adversário e passar otimismo sobre o futuro do país, na tentativa de reverter a queda na mais recentes pesquisas eleitorais.
Boa parte da conversa foi sobre a economia brasileira, Dilma disse haver uma "má vontade tremenda" nas análises do país. Ela diz que a sensação de "mal estar" em relação aos preços se explica pela diferença da taxa de crescimento dos bens com a taxa de crescimento dos serviços.
A presidente deu estocadas nos adversários enquanto passava otimismo com a economia do país e com os programas do governo. Dilma rebateu uma declaração de Aécio Neves (PSDB) que disse que se for eleito não hesitaria em tomar medidas impopulares, a presidente afirmou que isso não será necessário.
Ao ser questionada sobre eventuais mudanças na equipe econômica , principalmente, sobre a possibilidade de transferência de Alexandre Tombini do Banco Central para o Ministério da Fazenda a presidente disse "Não cogito nada". Com informações do G1.
Num encontro marcado que faz parte de sua estratégia do Planalto de abrir a agenda para políticos aliados e para a imprensa, a presidenta afirmou que "Achar que o Brasil vai explodir em 2015 é ridículo".
Imagem: Roberto Stuckert Filho/PR
Dilma se reúne com mulheres jornalistas no Planalto.
Dilma se reúne com mulheres jornalistas no Planalto.O objetivo de sua estratégia foi para responder a críticas de adversário e passar otimismo sobre o futuro do país, na tentativa de reverter a queda na mais recentes pesquisas eleitorais.
Boa parte da conversa foi sobre a economia brasileira, Dilma disse haver uma "má vontade tremenda" nas análises do país. Ela diz que a sensação de "mal estar" em relação aos preços se explica pela diferença da taxa de crescimento dos bens com a taxa de crescimento dos serviços.
A presidente deu estocadas nos adversários enquanto passava otimismo com a economia do país e com os programas do governo. Dilma rebateu uma declaração de Aécio Neves (PSDB) que disse que se for eleito não hesitaria em tomar medidas impopulares, a presidente afirmou que isso não será necessário.
Ao ser questionada sobre eventuais mudanças na equipe econômica , principalmente, sobre a possibilidade de transferência de Alexandre Tombini do Banco Central para o Ministério da Fazenda a presidente disse "Não cogito nada". Com informações do G1.
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