O compartilhamento das provas da investigação da Operação Lava Jato com a CPI da Petrobras, foi determinada pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba na sexta-feira (14). Com a determinação, os parlamentares terão acesso à investigação da Polícia Federal sobre possíveis desvios de recursos públicos na construção da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.
Segundo o juiz, a CPI poderá auxiliar na investigação. “Considerando que o compartilhamento irá instruir investigação criminal realizada pelo Congresso e de crimes apenados com reclusão (corrupção, peculato e lavagem, aparentemente) e que as provas colhidas neste feito e nos conexos podem servir eventualmente a outras investigações, não havendo ainda princípio da especialidade a impedir o compartilhamento das provas, é o caso de deferir o requerido”, decidiu Moro.
Nesta semana, o Ministério Público da Suíça informou à Justiça Federal brasileira que foram descobertas naquele país contas bancárias no valor de US$ 29 milhões ligadas ao caso. Foram identificadas 12 contas em bancos suíços sob o controle de Paulo Roberto Costa, suas duas filhas, genros e de um funcionário do doleiro Alberto Youssef. Do total, US$ 23 milhões pertencem ao ex-diretor da Petrobras, segundo o levantamento suiço.
O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa é suspeito de ligação com uma organização criminosa que lavava dinheiro em seis estados e no Distrito Federal, desarticulada na Operação Lava Jato da Polícia Federal. Em um dos processos, Costa e Youssef estão envolvidos em desvio de dinheiro na construção da refinaria pernambucana. Na segunda ação penal, Costa é acusado de obstruir as investigações com a cumplicidade das duas filhas, Arianna e Shanni Costa, e os dois genros.Com informações da Agência Brasil
Segundo o juiz, a CPI poderá auxiliar na investigação. “Considerando que o compartilhamento irá instruir investigação criminal realizada pelo Congresso e de crimes apenados com reclusão (corrupção, peculato e lavagem, aparentemente) e que as provas colhidas neste feito e nos conexos podem servir eventualmente a outras investigações, não havendo ainda princípio da especialidade a impedir o compartilhamento das provas, é o caso de deferir o requerido”, decidiu Moro.
Imagem: Reprodução
Paulo Roberto Costa, envolvido na investigação.
Paulo Roberto Costa, envolvido na investigação.Nesta semana, o Ministério Público da Suíça informou à Justiça Federal brasileira que foram descobertas naquele país contas bancárias no valor de US$ 29 milhões ligadas ao caso. Foram identificadas 12 contas em bancos suíços sob o controle de Paulo Roberto Costa, suas duas filhas, genros e de um funcionário do doleiro Alberto Youssef. Do total, US$ 23 milhões pertencem ao ex-diretor da Petrobras, segundo o levantamento suiço.
O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa é suspeito de ligação com uma organização criminosa que lavava dinheiro em seis estados e no Distrito Federal, desarticulada na Operação Lava Jato da Polícia Federal. Em um dos processos, Costa e Youssef estão envolvidos em desvio de dinheiro na construção da refinaria pernambucana. Na segunda ação penal, Costa é acusado de obstruir as investigações com a cumplicidade das duas filhas, Arianna e Shanni Costa, e os dois genros.Com informações da Agência Brasil
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