A presidente Dilma Rousseff e a Chanceler alemã, Angela Merkel, se reuniram no domingo (15) no Palácio da Alvorada para repassar temas da agenda bilateral entre Brasil e Alemanha. A reunião contou como tema a aproximação do Mercosul e União Europeia, de forma a superar os entraves entre os dois blocos. As chefes de Estado destacaram também a parceria envolvendo os dois países para repensar o futuro da governança da internet.
A presidente Dilma lembrou que a Alemanha é o maior parceiro econômico do Brasil na Europa e o quarto no mundo. “Tratamos de questões amplas que queremos e coincidimos, para elevar e estreitar nossas economias”, disse a presidenta brasileira. Segundo ela, há espaço para aumentar os fluxos comercial e de investimentos.
A Chanceler Angela Merkel disse que o encontro serviu para uma troca de ideias políticas. “Somos parceiros estratégicos”, ressaltou a chanceler alemã. “Temos 1,3 mil empresas economicamente ativas aqui e queremos que cada vez mais empresas alemãs exerçam atividades no Brasil para reforçarmos os laços. Há ainda o que fazer sobre dupla tributação, e a Alemanha pode contribuir [para melhorar essa situação]”, disse.
Logo após, a chanceler destacou o interesse alemão em parcerias para a produção de energia e para obras de infraestrutura no Brasil. “Temos muitos interesses em comum. Entre eles, para que o livre comércio entre Mercosul e União Europeia possa ser desenvolvido sem que haja entraves”, acrescentou. Com informações da Agência Brasil
A presidente Dilma lembrou que a Alemanha é o maior parceiro econômico do Brasil na Europa e o quarto no mundo. “Tratamos de questões amplas que queremos e coincidimos, para elevar e estreitar nossas economias”, disse a presidenta brasileira. Segundo ela, há espaço para aumentar os fluxos comercial e de investimentos.
Imagem: Reprodução
Dilma e Angela Merkel discutem aproximação do Mercosul com a União
Dilma e Angela Merkel discutem aproximação do Mercosul com a União A Chanceler Angela Merkel disse que o encontro serviu para uma troca de ideias políticas. “Somos parceiros estratégicos”, ressaltou a chanceler alemã. “Temos 1,3 mil empresas economicamente ativas aqui e queremos que cada vez mais empresas alemãs exerçam atividades no Brasil para reforçarmos os laços. Há ainda o que fazer sobre dupla tributação, e a Alemanha pode contribuir [para melhorar essa situação]”, disse.
Logo após, a chanceler destacou o interesse alemão em parcerias para a produção de energia e para obras de infraestrutura no Brasil. “Temos muitos interesses em comum. Entre eles, para que o livre comércio entre Mercosul e União Europeia possa ser desenvolvido sem que haja entraves”, acrescentou. Com informações da Agência Brasil
Ver todos os comentários | 0 |