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Política

Dilma nega que pacote à indústria seja campanha eleitoral

Para a presidente os anúncios foram diretos ao setor e conforme a legislação eleitoral.

A presidente Dilma Rousseff, negou que o pacote de estímulo à indústria tenha caráter eleitoreiro. Para a presidente os anúncios foram diretos ao setor e conforme a legislação eleitoral, e não para aproximar o governo dos empresários, mais inclinados ao candidato Aécio Neves (PSDB) à presidência.

Imagem: ReproduçãoPara a presidente os anúncios foram diretos ao setor e conforme a legislação eleitoral.(Imagem:Reprodução)Para a presidente os anúncios foram diretos ao setor e conforme a legislação eleitoral.

"É o seguinte: se for assim, tudo é o eleitoral neste país. A lei é clara: não se toma certas medidas após um determinado prazo. Nós estamos perfeitamente no uso da legalidade neste país”, afirmou. “E tem outra coisa: é impossível o país parar porque um ou outro acha que a medida tem essa ou aquela função ou destino.”

O governo federal anunciou na quarta-feira (18) as medidas que atenderam a demandas dos próprios empresários e prometem alavancar a competitividade do setor, que vive uma crise de confiança. “O que nós temos de discutir é o seguinte: isso é necessário ou não é necessário para as empresas? É necessário ou não é necessário para a indústria? É cabível ou não é cabível? Esta é a pergunta correta. Se não for cabível, está errado”, disse a Dilma. Com informações do Terra

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