Na manhã desta quarta-feira (25), a presidente Dilma, no Palácio da Alvorada, declarou que irá demitir o então ministro dos transportes César Borges. A substituição seria por conta de uma pressão do Partido da República (PR) alegando que a legenda pode não confirmar apoio à candidatura de Dilma à reeleição caso não seja atendida.
A presidente já estava reunida com o ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, que está à frente da campanha da presidente. Borges chegou era 8h da manhã. Antônio Henrique Pinheiro, O ministro-chefe da Secretaria de Portos da Presidência da República, também estava na reunião.
De acordo com PR, César Borges, que é atualmente o ministro dos Transportes, não está conseguindo atender às necessidades da bancada no ministério. Além disso,o PR vendo a fragilidade da campanha de Dilma, que começou depois da aliança com PTB, pediu a demissão do ministro.
Dilma se reuniu na presença de Mercadante com o presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL) Paulo Sérgio Passos, antecessor de Borges na pasta. Dilma tem apreço a Passos por ele ter um perfil mais técnico para o setor. Porém, sofre resistência do seu partido, o PR.
A presidente já estava reunida com o ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, que está à frente da campanha da presidente. Borges chegou era 8h da manhã. Antônio Henrique Pinheiro, O ministro-chefe da Secretaria de Portos da Presidência da República, também estava na reunião.
De acordo com PR, César Borges, que é atualmente o ministro dos Transportes, não está conseguindo atender às necessidades da bancada no ministério. Além disso,o PR vendo a fragilidade da campanha de Dilma, que começou depois da aliança com PTB, pediu a demissão do ministro.
Dilma se reuniu na presença de Mercadante com o presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL) Paulo Sérgio Passos, antecessor de Borges na pasta. Dilma tem apreço a Passos por ele ter um perfil mais técnico para o setor. Porém, sofre resistência do seu partido, o PR.

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