Neste domingo (3), o senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), presidente da CPI da Petrobras, informou por meio de nota a imprensa, que vai investigar suposto "favorecimento" a ex-dirigentes da Petrobras convocados para prestar esclarecimentos na comissão. A iniciativa responde a reportagem, publicada nesta semana na revista "Veja", que revela que perguntas que seriam dirigidas aos depoentes foram passadas a eles com antecedência.
"O presidente entende que qualquer favorecimento que possa levar à mitigação do poder investigatório é prejudicial ao trabalho desenvolvido pelo colegiado. Por isso e ante à necessidade de apurar responsabilidades sobre o material veiculado, além de possíveis infringências legais, solicitará ao Diretor-Geral do Senado a instauração de sindicância para o necessário esclarecimento dos fatos, sem prejuízo ao desenvolvimento dos trabalhos da comissão", diz o texto da nota.
A reportagem da revista "Veja" diz que o ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli também teve acesso antecipado a um "gabarito" – documento com perguntas e respostas, que, segundo a revista, também teria sido repassado à atual presidente da Petrobras, Graça Foster. A revista não identifica quais são perguntas ou o conteúdo das respostas.
A publicação afirma ter tido acesso a um vídeo com 20 minutos de duração no qual aparecem o chefe do escritório da estatal em Brasília, José Eduardo Barrocas, o advogado da empresa Bruno Ferreira e uma terceira pessoa não identificada conversando sobre as perguntas que seriam formuladas, sobre quem as elaborou e sobre quem deveria recebê-las.
De acorodo coma a revista, Barrocas diz a Ferreira que as perguntas enviadas a Cerveró, que depôs no dia 22 de maio, foram elaboradas por um assessor do líder do governo no Senado, um assessor da liderança do PT no Senado e um servidor da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República.
Ainda no domingo (3), a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República negou que tenha elaborado perguntas dirigidas por senadores a depoentes na CPI da Petrobras do Senado. Em nota, disse também que o servidor Paulo Argenta, lotado no órgão, garantiu que jamais "preparou questões que seriam realizadas durante os depoimentos na referida CPI". Com informações do G1
"O presidente entende que qualquer favorecimento que possa levar à mitigação do poder investigatório é prejudicial ao trabalho desenvolvido pelo colegiado. Por isso e ante à necessidade de apurar responsabilidades sobre o material veiculado, além de possíveis infringências legais, solicitará ao Diretor-Geral do Senado a instauração de sindicância para o necessário esclarecimento dos fatos, sem prejuízo ao desenvolvimento dos trabalhos da comissão", diz o texto da nota.
A reportagem da revista "Veja" diz que o ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli também teve acesso antecipado a um "gabarito" – documento com perguntas e respostas, que, segundo a revista, também teria sido repassado à atual presidente da Petrobras, Graça Foster. A revista não identifica quais são perguntas ou o conteúdo das respostas.
Imagem: Reprodução
Senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), presidente da CPI da Petrobras
Senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), presidente da CPI da PetrobrasA publicação afirma ter tido acesso a um vídeo com 20 minutos de duração no qual aparecem o chefe do escritório da estatal em Brasília, José Eduardo Barrocas, o advogado da empresa Bruno Ferreira e uma terceira pessoa não identificada conversando sobre as perguntas que seriam formuladas, sobre quem as elaborou e sobre quem deveria recebê-las.
De acorodo coma a revista, Barrocas diz a Ferreira que as perguntas enviadas a Cerveró, que depôs no dia 22 de maio, foram elaboradas por um assessor do líder do governo no Senado, um assessor da liderança do PT no Senado e um servidor da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República.
Ainda no domingo (3), a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República negou que tenha elaborado perguntas dirigidas por senadores a depoentes na CPI da Petrobras do Senado. Em nota, disse também que o servidor Paulo Argenta, lotado no órgão, garantiu que jamais "preparou questões que seriam realizadas durante os depoimentos na referida CPI". Com informações do G1
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