O executivo Alexandrino Alencar vai ser solto após o ministro Teori Zavascki conceder uma liminar. Alencar era diretor de Relações Institucionais da Odebrecht, e foi apontado por delatores do esquema da Petrobras, como um dos responsáveis por operar propina da empreiteira.
De acordo com a Veja, o ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo, concedeu a o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do acusado. Alencar pode ser liberado ainda nesta sexta-feira (16).
Função de Alencar
Segundo as investigações da Lava Jato, Alexandrino Alencar encontrou-se diversas vezes com Rafael Ângulo Lopez, auxiliar do doleiro Alberto Youssef entre 2008 e 2012.
Alencar também chegou a viajar com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o exterior em uma "missão oficial" do petista para Guiné Equatorial e para países latino-americanos.
Os investigadores da Polícia concluíram que o executivo atuava como distribuidor de vantagens ilícitas em nome de Odebrecht no escândalo da Estatal.
Conversa com Lula
As investigações interceptaram uma conversa entre o ex-presidente Lula com Alexandrino Alencar. A força-tarefa da operação informou que Lula e o executivo estariam preocupados com "assuntos do BNDES". A Polícia Federal não grampeou Lula.
As conversas foram gravadas porque os investigadores monitoravam os contatos do executivo, até então investigado na Lava Jato, e por isso a conversa entre o petista e o executivo foi gravada.
Imagem: Vagner Rosário/VEJA.com
Alexandrino Alencar
Alexandrino Alencar De acordo com a Veja, o ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo, concedeu a o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do acusado. Alencar pode ser liberado ainda nesta sexta-feira (16).
Função de Alencar
Segundo as investigações da Lava Jato, Alexandrino Alencar encontrou-se diversas vezes com Rafael Ângulo Lopez, auxiliar do doleiro Alberto Youssef entre 2008 e 2012.
Alencar também chegou a viajar com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o exterior em uma "missão oficial" do petista para Guiné Equatorial e para países latino-americanos.
Os investigadores da Polícia concluíram que o executivo atuava como distribuidor de vantagens ilícitas em nome de Odebrecht no escândalo da Estatal.
Conversa com Lula
As investigações interceptaram uma conversa entre o ex-presidente Lula com Alexandrino Alencar. A força-tarefa da operação informou que Lula e o executivo estariam preocupados com "assuntos do BNDES". A Polícia Federal não grampeou Lula.
As conversas foram gravadas porque os investigadores monitoravam os contatos do executivo, até então investigado na Lava Jato, e por isso a conversa entre o petista e o executivo foi gravada.
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