Na sexta-feira (11), o PSDB protocolou na Justiça Federal subseção Judiciária do Distrito Federal, uma ação civil pública contra a presidente Dilma Rousseff. Na ação, o partido diz que a petista usou de erário e da estrutura pública federal na articulação da defesa do seu mandato presidencial.
Segundo a Agência Brasil, o partido pede a imediata interrupção do uso de bens e serviços públicos para a defesa da presidente e sua divulgação pelos veículos de comunicação social do governo. Os defensores do partido dizem que a petista tem misturado os interesses públicos e privado.
A ação ainda conta que o foram praticados vários atos que misturam interesses públicos e privados em função da defesa do mandato da presidente da República. Um exemplo citado foi a “prática abusiva e ímproba”, que na a ação apresenta uma visita de juristas que foram recebidos por Dilma, no Palácio do Planalto, em um ato exclusivo a defesa do impeachment.
O PSDB termina ação pedindo a interrupção do uso de bens e serviços públicos para defesa pessoal da presidente Dilma Rousseff e sua divulgação pelos veículos de comunicação social do governo.
Resposta
Após saber que o PSDB iria protocolar a ação pública contra Dilma, Luís Inácio Adams, advogado-geral da União, disse que a defesa do mandato da presidente não é partidária, mas institucional, com objetivo de esclarecer os atos de governo que foram questionados.
Impeachment
Ainda na sexta-feira (11) a presidente Dilma Rousseff, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) apresentaram pareceres contestando o rito de impeachment defendido pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu os pareceres nos quais dizem que o Senado Federal é o responsável a dar a palavra final se o plenário da Casa for favorável à abertura do processo contra a petista. A reponsabilidade para decidir se Dilma continua no cargo seria dos senadores.
Segundo a Agência Brasil, o partido pede a imediata interrupção do uso de bens e serviços públicos para a defesa da presidente e sua divulgação pelos veículos de comunicação social do governo. Os defensores do partido dizem que a petista tem misturado os interesses públicos e privado.
Imagem: Divulgação
Dilma Rousseff
Dilma RousseffA ação ainda conta que o foram praticados vários atos que misturam interesses públicos e privados em função da defesa do mandato da presidente da República. Um exemplo citado foi a “prática abusiva e ímproba”, que na a ação apresenta uma visita de juristas que foram recebidos por Dilma, no Palácio do Planalto, em um ato exclusivo a defesa do impeachment.
O PSDB termina ação pedindo a interrupção do uso de bens e serviços públicos para defesa pessoal da presidente Dilma Rousseff e sua divulgação pelos veículos de comunicação social do governo.
Resposta
Após saber que o PSDB iria protocolar a ação pública contra Dilma, Luís Inácio Adams, advogado-geral da União, disse que a defesa do mandato da presidente não é partidária, mas institucional, com objetivo de esclarecer os atos de governo que foram questionados.
Impeachment
Ainda na sexta-feira (11) a presidente Dilma Rousseff, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) apresentaram pareceres contestando o rito de impeachment defendido pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu os pareceres nos quais dizem que o Senado Federal é o responsável a dar a palavra final se o plenário da Casa for favorável à abertura do processo contra a petista. A reponsabilidade para decidir se Dilma continua no cargo seria dos senadores.
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