A aprovação das contas da presidente da Dilma Rousseff de 2014 virou prioridade para o Palácio do Planalto e a base aliada. A estratégia adotada pelo governo e os aliados é que aconteça uma aprovação rápida das contas da presidente, porque daria aos parlamentares argumentos técnicos para que defendam, em voto aberto, a manutenção de seu mandato.
Segundo a Veja, o relator das contas da presidente na Comissão Mista (CMO), o senador Acir Gurgacz (PDT-RO), apresentou na terça-feira (22) o seu parecer em que defende a aprovação das contas de Dilma de 2014 "com ressalvas". No documento, ele contrariou a manifestação do Tribunal de Contas da União (TCU) que, em outubro, recomendou por unanimidade ao Congresso a rejeição das contas da petista.
Parecer
O senador argumentou que a rejeição por causa das “pedaladas fiscais” poderia “engessar” não somente a gestão do governo atual, mas de futuros presidentes da República e governos estaduais.
"Fizemos trabalho analisando não somente as contas de 2014, mas também avaliando o impacto disso para governos anteriores e governos estaduais e prefeituras. Temos 14 estados que nesse mesmo ano não cumpriram a meta fiscal. Por isso a importância de fazermos um relatório pautado na legalidade. Baseado na Constituição e não somente preocupado com o presidente atual, mas também preocupado com a gestão dos governos. Os governos que já têm engessamento atual de suas administrações", disse o senador, que é da base aliada do governo.
Gurgacz diz que as ressalvas se referem à falta de equivalência entre os cenários fiscais de cada bimestre e também pelas “pedaladas fiscais”.
"As ressalvas decorrem da pouca aderência do cenário econômico fiscal projetado bimestralmente em 2014 com o comportamento efetivo da economia, o que fragilizou a transparência do exercício orçamentário. Decorrem ainda da existência de compromissos financeiros vencidos e não pagos ou pagos com atrasos à Caixa Econômica, Banco do Brasil e FGTS", disse.
Imagem: Evaristo Sa/AFP
Dilma Rousseff
Dilma RousseffSegundo a Veja, o relator das contas da presidente na Comissão Mista (CMO), o senador Acir Gurgacz (PDT-RO), apresentou na terça-feira (22) o seu parecer em que defende a aprovação das contas de Dilma de 2014 "com ressalvas". No documento, ele contrariou a manifestação do Tribunal de Contas da União (TCU) que, em outubro, recomendou por unanimidade ao Congresso a rejeição das contas da petista.
Parecer
O senador argumentou que a rejeição por causa das “pedaladas fiscais” poderia “engessar” não somente a gestão do governo atual, mas de futuros presidentes da República e governos estaduais.
"Fizemos trabalho analisando não somente as contas de 2014, mas também avaliando o impacto disso para governos anteriores e governos estaduais e prefeituras. Temos 14 estados que nesse mesmo ano não cumpriram a meta fiscal. Por isso a importância de fazermos um relatório pautado na legalidade. Baseado na Constituição e não somente preocupado com o presidente atual, mas também preocupado com a gestão dos governos. Os governos que já têm engessamento atual de suas administrações", disse o senador, que é da base aliada do governo.
Gurgacz diz que as ressalvas se referem à falta de equivalência entre os cenários fiscais de cada bimestre e também pelas “pedaladas fiscais”.
"As ressalvas decorrem da pouca aderência do cenário econômico fiscal projetado bimestralmente em 2014 com o comportamento efetivo da economia, o que fragilizou a transparência do exercício orçamentário. Decorrem ainda da existência de compromissos financeiros vencidos e não pagos ou pagos com atrasos à Caixa Econômica, Banco do Brasil e FGTS", disse.
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