O ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha vai deixar o governo. Um dos principais aliados do vice-presidente Michel Temer, tentou enterrar a carta de demissão na noite de quinta-feira (3) a Jaques Wagner, responsável pela pasta da Casa Civil, mas não foi recebido por ele.
Segundo a Folha de São Paulo, o principal motivo para saída do peemedebista da pasta, seria uma nomeação da Agência Nacional de Aviação Civil, (Anac). A Casa Civil revogou uma nomeação feita por Padilha após varias reclamações.
A carta de demissão foi protocolada no Palácio do Planalto. Eliseu Padilha é o primeiro aliado de Michel Temer a deixar governo após a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Aliados dizem que o ministro não vai revogar da decisão.
Procedimento
O vice-presidente da República tem se mantido distante da articulação da defesa do governo. O Palácio do Planalto tenta fazer com que o peemedebista se solidarize com a presidente Dilma Rousseff.
Divergência
Aliados de Dilma e Temer deram versões diferentes sobre o encontro que aconteceu na quinta-feira (3). Enquanto auxiliares da presidente Dilma se anteciparam a divulgar que Temer havia assumido um compromisso na defesa dela, aliados do vice-presidente diziam que ele se limitou a recomendar a presidente uma postura institucional, para evitar conflito com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha.
Aceitação do pedido
No inicio da noite de terça-feira (2), o presidente da Câmara chamou jornalistas para anunciar que havia aceitado o pedido de impeachment de Dilma. Abertura do processo é com base no pedido feito pelo jurista Hélio Bicudo e Miguel Reale Junior apresentado no mês de outubro.
Pronunciamento
A presidente Dilma fez um pronunciamento após o acolhimento do pedido de impeachment. Ela disse que nunca fez barganha em troca do arquivamento dos pedidos de impeachment. A petista disse que jamais aceitaria "quaisquer tipos de barganha, muito menos aquelas que atentem contra o funcionamento das livres instituições democráticas deste país".
Segundo a Folha de São Paulo, o principal motivo para saída do peemedebista da pasta, seria uma nomeação da Agência Nacional de Aviação Civil, (Anac). A Casa Civil revogou uma nomeação feita por Padilha após varias reclamações.
Imagem: Divulgação
Interlocutores dizem que o ministro Eliseu Padilha não vai revogar da decisão.
Interlocutores dizem que o ministro Eliseu Padilha não vai revogar da decisão.A carta de demissão foi protocolada no Palácio do Planalto. Eliseu Padilha é o primeiro aliado de Michel Temer a deixar governo após a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Aliados dizem que o ministro não vai revogar da decisão.
Procedimento
O vice-presidente da República tem se mantido distante da articulação da defesa do governo. O Palácio do Planalto tenta fazer com que o peemedebista se solidarize com a presidente Dilma Rousseff.
Divergência
Aliados de Dilma e Temer deram versões diferentes sobre o encontro que aconteceu na quinta-feira (3). Enquanto auxiliares da presidente Dilma se anteciparam a divulgar que Temer havia assumido um compromisso na defesa dela, aliados do vice-presidente diziam que ele se limitou a recomendar a presidente uma postura institucional, para evitar conflito com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha.
Aceitação do pedido
No inicio da noite de terça-feira (2), o presidente da Câmara chamou jornalistas para anunciar que havia aceitado o pedido de impeachment de Dilma. Abertura do processo é com base no pedido feito pelo jurista Hélio Bicudo e Miguel Reale Junior apresentado no mês de outubro.
Pronunciamento
A presidente Dilma fez um pronunciamento após o acolhimento do pedido de impeachment. Ela disse que nunca fez barganha em troca do arquivamento dos pedidos de impeachment. A petista disse que jamais aceitaria "quaisquer tipos de barganha, muito menos aquelas que atentem contra o funcionamento das livres instituições democráticas deste país".
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