Nesta quarta-feira (9) os deputados Carlos Sampaio (SP), líder do PSDB na Câmara, e Mendonça Filho (PE), líder do DEM, declararam que vão acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a ação enviada pelo PC do B que suspendeu a formação e a instalação da comissão de impeachment que vai analisar o processo da presidente Dilma Rousseff.
Segundo o G1, os partidos de oposição ao governo disseram que em casos de eleições no plenário da Câmara dos deputados, não existe previsão de votação aberta no regimento interno da Casa.
O líder do PSDB na Câmara, disse que a medida tomada pelo ministro do Supremo Edson Fachin de suspender a formação e a instalação da comissão não deve favorecer o governo, e afirmou que a decisão do ministro não foi tendenciosa.
Decisão do Supremo
Na noite de terça-feira (08), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin suspendeu, em decisão monocrática, a formação e a instalação da comissão especial da Câmara que vai analisar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
A decisão aconteceu horas depois da oposição derrotar o governo e eleger a chapa indicada com dissidentes de partidos da base aliada. O funcionamento da comissão está suspenso até a próxima quarta-feira, 16 de dezembro.
O PCdoB questionou a ausência de um rito claro para o processo de impeachment e pediu medida cautelar argumentando que a votação para formar a comissão não poderia ser secreta e que as chapas teriam que ser formadas por integrantes indicados apenas pelos líderes de cada bancada.
Quebra de Urnas
Deputados da base governista quebraram urnas eletrônicas instaladas no plenário para escolher integrantes para compor a comissão especial do impeachment. As urnas eletrônicas foram quebradas durante protesto contra a decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em determinar votação secreta na eleição das chapas.
Durante a confusão, policiais legislativos foram convocados para tentar conter os parlamentares mais exaltados, mas não conseguiram impedir a depredação dos equipamentos. Em meio ao quebra-quebra, houve empurrões entre parlamentares e seguranças.
Segundo o G1, os partidos de oposição ao governo disseram que em casos de eleições no plenário da Câmara dos deputados, não existe previsão de votação aberta no regimento interno da Casa.
Imagem: George Gianni PSDB
Lídero do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio
Lídero do PSDB na Câmara, Carlos SampaioO líder do PSDB na Câmara, disse que a medida tomada pelo ministro do Supremo Edson Fachin de suspender a formação e a instalação da comissão não deve favorecer o governo, e afirmou que a decisão do ministro não foi tendenciosa.
Decisão do Supremo
Na noite de terça-feira (08), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin suspendeu, em decisão monocrática, a formação e a instalação da comissão especial da Câmara que vai analisar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
A decisão aconteceu horas depois da oposição derrotar o governo e eleger a chapa indicada com dissidentes de partidos da base aliada. O funcionamento da comissão está suspenso até a próxima quarta-feira, 16 de dezembro.
O PCdoB questionou a ausência de um rito claro para o processo de impeachment e pediu medida cautelar argumentando que a votação para formar a comissão não poderia ser secreta e que as chapas teriam que ser formadas por integrantes indicados apenas pelos líderes de cada bancada.
Quebra de Urnas
Deputados da base governista quebraram urnas eletrônicas instaladas no plenário para escolher integrantes para compor a comissão especial do impeachment. As urnas eletrônicas foram quebradas durante protesto contra a decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em determinar votação secreta na eleição das chapas.
Durante a confusão, policiais legislativos foram convocados para tentar conter os parlamentares mais exaltados, mas não conseguiram impedir a depredação dos equipamentos. Em meio ao quebra-quebra, houve empurrões entre parlamentares e seguranças.
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