O deputado federal Silas (PR), cobrou empenho das autoridades de Segurança Pública do Estado do Piauí a respeito do assassinato do jovem Adriano Silva Santos, de 24 anos. "Enviei telegramas para cobrar oficialmente empenho do Comandante da Polícia Militar do Piauí, Coronel Carlos Augusto, para o Delegado Geral da Polícia Civil, Riedel Batista e também para o Coordenador da Delegacia de Homicídios, Francisco das Chagas, o Bareta", afirma Silas.
"A família de Adriano já apontou como autor do crime, um policial do Rone. A satisfação que queremos não é somente para família, mas para a sociedade como um todo, já que as Rondas Ostensivas deveriam servir para proteger e não para matar", comenta Silas. O deputado federal disse ainda que a família aponta como suspeito o policial militar e que ele teria rixas com a vítima e com seu irmão.
Silas pediu que o culpado seja punido. "Peço que as autoridades de Segurança do nosso Estado concluam esse caso rapidamente, e que se for comprovado que um PM usou de sua autoridade para acertar contas com o jovem, ele deve ser punido exemplarmente, independente do motivo da rixa", declara o deputado.
A família da vítima relata que o rapaz foi alvejado na porta de casa por um homem de moto e antes de morrer revelou a identidade de seu assassino: "Jardel da Rone". O crime aconteceu no último domingo, 12 de abril, no bairro Renascença, zona Sudeste de Teresina.
Silas Freire, que é membro da Comissão de Segurança Pública na Câmara Federal, está pedindo esclarecimentos para que os familiares e a sociedade entendam o que aconteceu e para que não haja corporativismo no caso. "Cabe à polícia proteger o cidadão e não atirar na população, o caso é muito grave. Pedimos que seja investigado com lisura e que se for constatada a culpa do PM, que este seja punido com o rigor da lei. Vou acompanhar o caso para que a justiça seja feita", declarou.
Silas afirma que confia nas autoridades do Estado. “A morte de Adriano ganha ainda mais mistério após vizinhos relatarem que outros policiais militares teriam mudado a cena do crime. A autoria deve vir à tona e as nossas autoridades de segurança devem responder a família que perdeu seu filho. Confio na Segurança Pública do nosso Estado mas está na hora de provar que trabalham para todos, seja com envolvimento de policiais ou não", finalizou.
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Imagem: Divulgação
Deputado federal Silas Freire comenta proposta de redução da maioridade penal
Deputado federal Silas Freire comenta proposta de redução da maioridade penal "A família de Adriano já apontou como autor do crime, um policial do Rone. A satisfação que queremos não é somente para família, mas para a sociedade como um todo, já que as Rondas Ostensivas deveriam servir para proteger e não para matar", comenta Silas. O deputado federal disse ainda que a família aponta como suspeito o policial militar e que ele teria rixas com a vítima e com seu irmão.
Silas pediu que o culpado seja punido. "Peço que as autoridades de Segurança do nosso Estado concluam esse caso rapidamente, e que se for comprovado que um PM usou de sua autoridade para acertar contas com o jovem, ele deve ser punido exemplarmente, independente do motivo da rixa", declara o deputado.
A família da vítima relata que o rapaz foi alvejado na porta de casa por um homem de moto e antes de morrer revelou a identidade de seu assassino: "Jardel da Rone". O crime aconteceu no último domingo, 12 de abril, no bairro Renascença, zona Sudeste de Teresina.
Silas Freire, que é membro da Comissão de Segurança Pública na Câmara Federal, está pedindo esclarecimentos para que os familiares e a sociedade entendam o que aconteceu e para que não haja corporativismo no caso. "Cabe à polícia proteger o cidadão e não atirar na população, o caso é muito grave. Pedimos que seja investigado com lisura e que se for constatada a culpa do PM, que este seja punido com o rigor da lei. Vou acompanhar o caso para que a justiça seja feita", declarou.
Silas afirma que confia nas autoridades do Estado. “A morte de Adriano ganha ainda mais mistério após vizinhos relatarem que outros policiais militares teriam mudado a cena do crime. A autoria deve vir à tona e as nossas autoridades de segurança devem responder a família que perdeu seu filho. Confio na Segurança Pública do nosso Estado mas está na hora de provar que trabalham para todos, seja com envolvimento de policiais ou não", finalizou.
Imagem: Reprodução
Adriano Silva Santos
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