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Política

Deputados de oposição comentam a proposta de Reforma Política do governador Wellington Dias

Para o deputado Evaldo Gomes (PTC), o governador convenceu em alguns pontos, mas outros ainda precisam ser discutidos mais amplamente.

 Os deputados estaduais Evaldo Gomes (PTC) e Marden Menezes (PSDB) comentaram os pontos da reforma administrativa que o governador Wellington Dias apresentou aos parlamentares nesta terça-feira (07).

Para o deputado Evaldo Gomes (PTC), o governador convenceu em alguns pontos, mas outros ainda precisam ser discutidos mais amplamente.

“Tem pontos positivos e pontos negativos. Ponto positivo: criar a Secretaria de Cultura; transformar os recursos dos impostos da bebida e do álcool para se investir no combate as drogas”, afirmou.

Imagem: Lucas Dias/GP1Deputado  Evaldo Gomes(Imagem:Lucas Dias/GP1)Deputado Evaldo Gomes

O deputado listou a criação de novos órgãos como o ponto negativo da proposta, já que, segundo ele, serviriam apenas para “acomodar aliados”.

“O ponto negativo é a criação de órgãos, como a Coordenaria de Fomento à Irrigação e a Coordenadoria de Desenvolvimento Social e Lazer, essas coordenadorias, por exemplo, já são executadas através da Superintendência de Desenvolvimento Rural e pela Secretaria de Assistência Social, ou seja, o que ele de fato está fazendo é criando órgãos e isso nos preocupa. É uma forma de acomodação dos aliados que por ventura ele queira buscar no futuro”, afirmou.

O deputado Marden Menezes (PSDB) destacou que a reforma administrativa precisa ter uma discussão mais aprofundada, sobretudo, em relação à mudança na Agespisa e ao IAPEP.

Imagem: Lucas Dias/ GP1Marden Menezes(Imagem:Lucas Dias/ GP1)Marden Menezes

“Nós precisamos ter uma discussão mais aprofundada do assunto, até porque está muito claro que o problema da Agespisa ao longo dos anos é de gestão. Outra questão é a situação do IAPEP, uma vez que a mudança da previdência para a Administração é supervalorizar a Secretaria de Administração e ao mesmo tempo enfraquecer o IAPEP. Basicamente estes são os dois pontos que são mais polêmicos e que vão precisar de um debate mais aprofundado”, afirmou.

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