O deputado estadual Georgiano Neto (PSD), prometeu hoje (17) denunciar aos órgãos fiscalizadores, como Tribunal de Contas do Estado e à Procuradoria Geral de Justiça do Estado, o que chamou de “desmandos administrativos“ que estariam sendo cometidos pelo prefeito de Guadalupe, Wallem Mousinho, depois de decretar estado de emergência no município, situado a 206 Km de Teresina, alegando quedas sucessivas nos repasses do FPM (Fundo de Participação dos Municípios).
Segundo Georgiano, nos primeiros cinco meses de 2014, foram depositados nas contas da prefeitura de Guadalupe R$ 11.717.398,17 (onze milhões setecentos e dezesste mil trezentos e noventa e oito reais e dezessete centavos). No mesmo período deste ano, a arrecadação somou R$ 11.792.838,63.
“A finalidade do decreto, que fere os princípios da legalidade, moralidade e utilidade pública, é mascarar as consequências da desastrosa gestão pública que há mais de seis anos barra o crescimento de Guadalupe. Na vigência dessa medida, a prefeitura poderá contratar sem realizar licitação, pelo período de 180 dias, dando total liberdade ao gestor para agir de forma nada republicana na condução dos gastos com dinheiro público”, denunciou o deputado, citando outros indícios de irregularidades na prefeitura de Guadalupe.
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Imagem: Lucas Dias/GP1
Georgiano Neto
“O que não é verdade, conforme demonstrativo do Banco do Brasil e SIAT Web, que mostra que Guadalupe manteve o mesmo nível da receita, comparado o período de janeiro a maio de 2014 com o mesmo período deste ano”, explica.
Georgiano NetoSegundo Georgiano, nos primeiros cinco meses de 2014, foram depositados nas contas da prefeitura de Guadalupe R$ 11.717.398,17 (onze milhões setecentos e dezesste mil trezentos e noventa e oito reais e dezessete centavos). No mesmo período deste ano, a arrecadação somou R$ 11.792.838,63.
“A finalidade do decreto, que fere os princípios da legalidade, moralidade e utilidade pública, é mascarar as consequências da desastrosa gestão pública que há mais de seis anos barra o crescimento de Guadalupe. Na vigência dessa medida, a prefeitura poderá contratar sem realizar licitação, pelo período de 180 dias, dando total liberdade ao gestor para agir de forma nada republicana na condução dos gastos com dinheiro público”, denunciou o deputado, citando outros indícios de irregularidades na prefeitura de Guadalupe.
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