A campanha eleitoral do PT para governador de Minas Gerais pagou cerca de R$ 675 mil a uma empresa que não existe no local registrado. A firma teria realizado serviços de transporte de cargas e de locação de veículos ao partido.
De acordo com informações da Folha de São Paulo, no endereço que supostamente funcionava a transportadora é uma casa simples que fica em um local de difícil acesso na cidade Santa Luzia, região metropolitana de Minas Gerais.
Em dezembro as contas de Fernando Pimentel foram rejeitadas pelo Tribunal Regional Eleitoral mineiro, por exceder o limite de gastos.
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