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Política

Dilma faz segunda reunião para pedir aprovação de pacote fiscal

Mais uma vez a recriação da Contribuição Provisória de Movimentação Financeira (CPMF), vai ser debatida.

Nesta quinta-feira (17), a presidente Dilma Rousseff voltou a se reunir com membros da base aliada da Câmara para debater sobre as proposta apontadas pelo governo, a fim de reequilibrar as contas públicas. É a segunda reunião marcada pela presidente nesta semana para tratar sobre o tema. Mais uma vez a recriação da Contribuição Provisória de Movimentação Financeira (CPMF), vai ser debatida.

Imagem: REUTERS/Ueslei MarcelinoPresidente Dilma no desfile do dia 7 da Independência (Imagem:REUTERS/Ueslei Marcelino)Presidente Dilma no desfile do dia 7 da Independência

De acordo com o G1, o governo tem enfrentando forte resistência por parte até dos partidos governistas para a criação da CPMF. A oposição resolveu fazer um movimento para barrar o retorno do tributo, que depende da aprovação Congresso Federal para voltar a vigorar no País.

Dilma pretende conversar com deputados e senadores sobre o imposto, mas alguns interlocutores informaram que é difícil a petista conseguir a aprovação.

Participantes da Reunião

O encontro conta com os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Ricardo Berzoini (Comunicações), o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), além dos líderes do PMDB, Leonardo Picciani (RJ); do PR, Maurício Quintella (AL); do PSD, Rogério Rosso (DF); do PSDC, Aluísio Mendes (MA); do PROS, Domingos Neto (CE); do PCdoB, Jandira Feghali (RJ); do PP, Eduardo da Fonte (PE); e do PHS, Marcelo Aro (MG). O PT foi representado por Ságuas Moraes (MT), um dos seus vice-líderes.

Novo Texto


O novo texto refeito prever uma alíquota de 0,38%, a fim de contemplar estados e municípios. Antes havia sido instituido uma alíquota de 0,2% sobre as transações financeiras para financiar a Previdência Social.

Corte de gastos

A presidente Dilma Rousseff acertou com a equipe econômica do governo, um corte de R$ 20 bilhões nas contas do Planalto. A decisão veio após a petista passar o final de semana em reuniões para tentar encontrar uma forma de cobrir o déficit de R$ 30,5 bilhões no Orçamento. Em uma das propostas, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy apresentou a sugestão de não conceder aumento para servidores públicos federais em 2016.

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