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Política

PDT pede apoio ao PT para candidatura de Ciro Gomes em 2018

Lupi disse que uma parcela significativa da sigla disse que Ciro pode ser uma opção.

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, declarou que tem procurado a diretoria do Partido dos Trabalhadores (PT), para conversar sobre apoio do partido a candidatura do ex-ministro Ciro Gomes a presidência da República. Lupi afirmou que uma parcela significativa da sigla disse que Ciro pode ser uma opção.

Imagem: DivulgaçãoCiro Gomes e DIlma(Imagem:Divulgação)Ciro Gomes e DIlma

Segundo O Estadão, a possibilidade de em 2018 o PT não ter um candidato à presidência já é admitida pela base aliada e até pelo próprio partido. A relação dos dois partidos é boa. Dilma tem um carinho pelo  PDT, porque antes de se filiar ao PT ela havia participado do partido de Ciro Gomes.

Acusação


No ano passado, o ex-ministro da Integração Nacional, Ciro Gomes, declarou que o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB) é o "capitão do golpe" do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, deflagrado na semana passada na Câmara dos Deputados.

A acusação foi feita, durante entrevista coletiva no Palácio dos Leões, sede do governo maranhense, em que Gomes, ao lado do presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, e do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), saiu em defesa do mandato da presidente Dilma Rousseff.

"Perguntem qual é a opinião do Michel Temer, vice-presidente da República, sobre o fato de seu companheiro, amigo, parceiro, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ter contas na Suíça, ser denunciado por crime de formação de quadrilha, de roubo do dinheiro público. Ele não tem uma opinião. Por quê? Porque é íntimo parceiro. E não por acaso o beneficiário imediato dessa ruptura da democracia e dessa imensa e potencial crise para 20 anos. É ele mesmo o senhor Michel Temer, o capitão do golpe", afirmou Ciro.

Cid Gomes


Recentemente, Cid Gomes, ex-ministro da Educação disse em entrevista para um jornal do Ceará, que a presidente Dilma Rousseff deve sair do Partido dos Trabalhadores (PT) devido aos baixos índices de popularidade. Cid Gomes ressaltou que a presidente se declare alheia ao processo eleitoral de sua sucessão como forma de reverter os índices de popularidade.

O ex-ministro disse que 2016 não será um grande ano, mas será menos traumático que 2015. Na avalição de Cid, o ano passado viveu uma crise orgânica decorrente de uma relação "promíscua" entre os poderes Legislativo e Executivo.

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