A presidente Dilma Rousseff tem até o dia 5 de fevereiro para se manifestar por escrito na ação penal referente à Operação Zelotes. O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal em Brasília foi quem determinou o prazo. O documento por escrito só pode ser feito por Dilma.
Segundo a Folha de São Paulo, a petista vai prestar esclarecimento a pedido da defesa de Alexandre Paes dos Santos, o APS. O lobista está preso. Além da presidente, o ex-senador e atual ministro da Educação, Aloizo Mercadante (PT), os senadores José Agripino Maia (DEM), Tasso Jereissati (PSDB) e Walter Pinheiro (PT) e dos deputados José Guimaraes (PT) e José Carlos Aleluia (DEM) também devem testemunhar no processo.
Convocação
A Justiça Federal em Brasília autorizou o depoimento da presidente Dilma Rousseff como testemunha do empresário Eduardo Valadão, um dos réus da Operação Zelotes, deflagrada em março de 2015.
A operação apura suspeita de pagamento de propina para integrantes do Carf com o objetivo de anular ou reduzir débitos tributários de empresas com a Receita Federal. A Polícia Federal investiga também a suposta venda de medidas provisórias.
Quem autorizou que a presidente seja ouvida foi o Juiz Vallisney de Souza Oliveira. O magistrado decidiu autorizar o depoimento por escrito porque considerou que é um direito do réu arrolar as suas testemunhas de defesa.
Planalto
O Palácio do Planalto afirmou que não vai comentar sobre o fato de a presidente ser autorizada pela justiça para testemunhar na operação. A presidente tem a prerrogativa de responder as perguntas por escrito, dizer que não sabe de nada do que está sendo investigado ou abrir mão da prerrogativa de mandar as respostas por escrito.
Lula
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou na última sexta-feira (22), pedido para que a defesa de um dos réus da Operação Zelotes desista de exigir depoimento do petista na ação penal que investiga venda de medidas provisórias. O pedido foi feito a 10ª Vara Federal do Distrito Federal.
Imagem: Divulgação
Dilma
DilmaSegundo a Folha de São Paulo, a petista vai prestar esclarecimento a pedido da defesa de Alexandre Paes dos Santos, o APS. O lobista está preso. Além da presidente, o ex-senador e atual ministro da Educação, Aloizo Mercadante (PT), os senadores José Agripino Maia (DEM), Tasso Jereissati (PSDB) e Walter Pinheiro (PT) e dos deputados José Guimaraes (PT) e José Carlos Aleluia (DEM) também devem testemunhar no processo.
Convocação
A Justiça Federal em Brasília autorizou o depoimento da presidente Dilma Rousseff como testemunha do empresário Eduardo Valadão, um dos réus da Operação Zelotes, deflagrada em março de 2015.
A operação apura suspeita de pagamento de propina para integrantes do Carf com o objetivo de anular ou reduzir débitos tributários de empresas com a Receita Federal. A Polícia Federal investiga também a suposta venda de medidas provisórias.
Quem autorizou que a presidente seja ouvida foi o Juiz Vallisney de Souza Oliveira. O magistrado decidiu autorizar o depoimento por escrito porque considerou que é um direito do réu arrolar as suas testemunhas de defesa.
Planalto
O Palácio do Planalto afirmou que não vai comentar sobre o fato de a presidente ser autorizada pela justiça para testemunhar na operação. A presidente tem a prerrogativa de responder as perguntas por escrito, dizer que não sabe de nada do que está sendo investigado ou abrir mão da prerrogativa de mandar as respostas por escrito.
Lula
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou na última sexta-feira (22), pedido para que a defesa de um dos réus da Operação Zelotes desista de exigir depoimento do petista na ação penal que investiga venda de medidas provisórias. O pedido foi feito a 10ª Vara Federal do Distrito Federal.
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