Nesta segunda-feira (7), o presidente Michel Temer disse que a proposta de emenda à Constituição (PEC) que limita os gastos públicos significa o governo "cortar na própria carne". Segundo Temer, restringir gasto público pode gerar impopularidade num primeiro momento, mas é uma medida que visa "o Brasil de amanhã".
"A proposta de emenda constitucional, que estabelece um teto para os gastos públicos, significa cortar na própria carne. E convenhamos, qual é o governante que não quer gastar o máximo possível? Porque gastar o máximo possível pode gerar popularidade. E restringir o gasto pode gerar, inicialmente, uma impopularidade. Mas nós não pensamos apenas no Brasil de hoje. Nós pensamos no Brasil de amanhã", relatou Temer.
- Foto: Joel Rodrigues/Estadão Conteúdo
Michel Temer
De acordo com o G1, Temer ainda disse que entre os motivos que justificam "cortar na carne", está a necessidade de garantir aposentadoria para as pessoas que hoje estão entrando no mercado de trabalho. "Que os 12 milhões de desempregados possam ir às empresas, mobilizadas pela comunicação, e receber seu emprego. Estamos trabalhando de uma maneira que, na verdade, vai nos auxiliar muitíssimo nos próximos tempos", finalizou o presidente.
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