O publicitário e marqueteiro do Partido dos Trabalhadores (PT), João Santana, e a esposa, Mônica Moura, presos na Operação Lava Jato, devem depor em Curitiba nesta quarta-feira (24).
A investigação contra eles trata da não declaração de contas nos exterior, derivadas de campanhas eleitorais. Segundo O G1, a suspeita é que eles tenham desviado 7,5 milhões de dólares da Petrobras para bancar a campanha de Dilma (2010 e 2014) e a reeleição de Lula (2006).
De acordo com as investigações, três milhões de dólares teriam sido pagos pela empreiteira Odebrecht entre os anos de 2012 e 2013. E os outros 4,5 milhões de dólares pelo engenheiro Zwi Skornicki entre 2013 e 2014. O engenheiro, apontado como o “cabeça” do esquema também foi preso na 23ª fase, chamada de Operação Acarajé.
O casal foi detido ontem (23) em São Paulo após se entregarem a Polícia Federal, quando retornavam da República Dominicana. Foram encaminhados a Curitiba para realizarem corpo de delito. A prisão deles é temporária com prazo de cinco dias, devendo ser soltos no sábado (27), podendo também ser prorrogada por mais cinco dias.
Defesa
O advogado de defesa, Fábio Toufic, afirma que eles são “publicitários de formação” de renome internacional e trabalham com marketing político em vários outros países além do Brasil, portanto o dinheiro citado não seria de campanhas eleitorais brasileiras.
Imagem: Geraldo Bubniak/AGB
João Santana e Mônica Moura
João Santana e Mônica MouraA investigação contra eles trata da não declaração de contas nos exterior, derivadas de campanhas eleitorais. Segundo O G1, a suspeita é que eles tenham desviado 7,5 milhões de dólares da Petrobras para bancar a campanha de Dilma (2010 e 2014) e a reeleição de Lula (2006).
De acordo com as investigações, três milhões de dólares teriam sido pagos pela empreiteira Odebrecht entre os anos de 2012 e 2013. E os outros 4,5 milhões de dólares pelo engenheiro Zwi Skornicki entre 2013 e 2014. O engenheiro, apontado como o “cabeça” do esquema também foi preso na 23ª fase, chamada de Operação Acarajé.
O casal foi detido ontem (23) em São Paulo após se entregarem a Polícia Federal, quando retornavam da República Dominicana. Foram encaminhados a Curitiba para realizarem corpo de delito. A prisão deles é temporária com prazo de cinco dias, devendo ser soltos no sábado (27), podendo também ser prorrogada por mais cinco dias.
Defesa
O advogado de defesa, Fábio Toufic, afirma que eles são “publicitários de formação” de renome internacional e trabalham com marketing político em vários outros países além do Brasil, portanto o dinheiro citado não seria de campanhas eleitorais brasileiras.
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