O depoimento do ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, como testemunha no processo contra o pecuarista José Carlos Bumlai foi cancelado na noite de ontem (11) pelo juiz Sérgio Moro – responsável pelas investigações da Operação Lava Jato na primeira instância.
A declaração sobre o caso aconteceria na próxima segunda-feira (14), porém os advogados de defesa do empresário alegou que Lula havia enviado se manifestado por escrito afirmando que não houve vantagens para o amigo de infância, Bumlai.
Lula falaria sobre o empréstimo milionário que o amigo usado como “laranja” assumiu ter feito em 2004 para repassar ao Partido dos Trabalhadores (PT). Segundo ele, foram R$ 12 milhões de reais emprestados do Banco Shahin, em troca, de um contrato de 1,6 bilhão de reais para a operação de um navio-sonda, realizado em 2009.
Preso em novembro do ano passado, na 21ª fase da Lava Jato, o pecuarista responde pelos crimes de lavagem de dinheiro, corrupção passiva e gestão fraudulenta. Segundo a Veja, ele transitava livremente no Palácio de Planalto.
Apesar do cancelamento do depoimento, Sérgio Moro reiterou que a declaração por escrita encaminhada pelo ex-presidente não servirá como prova para o caso. Em um trecho divulgado pela Veja, Lula fala "Nunca tive notícia de que o senhor Bumlai pudesse ter se valido de sua relação pessoal comigo para obter qualquer vantagem ou benefício em qualquer tipo de negócio, com contraparte pública ou privada".
Imagem: Época
Bumlai e Lula
Bumlai e LulaA declaração sobre o caso aconteceria na próxima segunda-feira (14), porém os advogados de defesa do empresário alegou que Lula havia enviado se manifestado por escrito afirmando que não houve vantagens para o amigo de infância, Bumlai.
Lula falaria sobre o empréstimo milionário que o amigo usado como “laranja” assumiu ter feito em 2004 para repassar ao Partido dos Trabalhadores (PT). Segundo ele, foram R$ 12 milhões de reais emprestados do Banco Shahin, em troca, de um contrato de 1,6 bilhão de reais para a operação de um navio-sonda, realizado em 2009.
Preso em novembro do ano passado, na 21ª fase da Lava Jato, o pecuarista responde pelos crimes de lavagem de dinheiro, corrupção passiva e gestão fraudulenta. Segundo a Veja, ele transitava livremente no Palácio de Planalto.
Apesar do cancelamento do depoimento, Sérgio Moro reiterou que a declaração por escrita encaminhada pelo ex-presidente não servirá como prova para o caso. Em um trecho divulgado pela Veja, Lula fala "Nunca tive notícia de que o senhor Bumlai pudesse ter se valido de sua relação pessoal comigo para obter qualquer vantagem ou benefício em qualquer tipo de negócio, com contraparte pública ou privada".
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